#solidariedade @Natal_Shopping promove natal para crianças carentes e especiais

Crianças e adolescentes que nunca foram ao cinema terão oportunidade de viver a mágica experiência no próximo sábado (16), no Cinépolis do Natal Shopping. Os meninos e meninas de 04 a 15 anos são assistidos pela ONG OASA, que atua com a comunidade carente da praia de Búzios, e foram convidados pelo shopping para esse programa único.

O grupo, formado por 74 crianças chegará por volta das 10h, quando será recebido pelo Papai Noel. Das mãos do bom velhinho ganharão brinquedos de madeira da Oficina do Geppeto, que funciona na decoração de final de ano, onde os brinquedos são montados e pintados pelas crianças. Parte da renda arrecadada com esta ação, que segue até o dia 24, será revertida para a OASA, entre outras instituições. A ONG presta suporte pedagógico às crianças, além de fornecer alimentação no horário em que participam das atividades.

Depois das boas vindas do Papai Noel, as crianças se dirigirão ao cinema, onde receberão pipoca e refrigerante para, em seguida assistirem o filme A Estrela de Belém. A mais nova animação da Sony Pictures conta a história do nascimento de Jesus narrada pelos animais. Depois do filme, a meninada irá lanchar.

No domingo (17) será a vez de um grupo de cerca de 15 crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) brincarem no Natal Shopping.

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Pousada Lagoa do Sal, a caminho de São Miguel do Gostoso/RN, tem pimentas exóticas e bem ardidas. Ponha no roteiro.

O casal Daniela e Vinícius do site ‘Provando o Mundo’ passou vários dias em São Miguel do Gostoso, litoral Norte do RN, e, no roteiro gastronômico, não escapou a pousada Lagoa do Sal – localizada na entrada da praia de mesmo nome, distrito de Touros, a uns 12km antes de Gostoso.

Eles apreciaram a plantação das pimentas que o empresário George cultiva em meio aos coqueirais que emolduram o céu azul e circundam a pousada de oito chalés em um espaço paradisíaco, ainda muito virgem.
Os viajantes viram o que constatamos, eu e André, meu marido, em meados de novembro, um lugar cheio de encantos e de uma variedade de pimentas que impressionam os visitantes.

A mais ardida, scorpion moruga, classificada no topo da escala Scoville, com alto teor de ardência, segundo George, não se pode nem abrir o pote. O cheiro forte invade e contamina qualquer ambiente e deixa prurido e ardência pelo ar. Mas, para os apreciadores da iguaria, as pimentas são consumidas e têm seu charme.

A escala Scoville foi criada por Wilbur L Scoville em 1912 e mede a picância de uma pimenta. Para realizar o teste da ardência, uma solução do extrato da pimenta é diluído em água até que a ardência não seja mais detectável. Quanto mais água for necessário para diluir o picor, mais alto ela estará na escala Scoville.

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Mas o lugar só não tem pimentas. Trilhas de bike, passeios pela beira da praia e uma rede para perder a hora até de ir embora. A pousada foi adaptada a partir de uma casa de fazenda. Foram construídos os chalés com o conforto que os urbanos merecem, além de um restaurante comandado pela mulher do George, além de uma piscina e muita paz para quem quer desfrutar de momentos de relaxamento.

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Zonas Norte e Sul de Natal terão interdição nesta 2ª feira. Veja aqui as mudanças das linhas e as vias de escape.

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN) vai realizar a partir desta segunda-feira (27) duas obras de esgotamento sanitário, sendo uma na Zona Norte e outra na Zona Sul da capital. É o que informa a Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU).

Segundo a STTU, a Av. Dr. João Medeiros Filho será interditada parcialmente entre o campus da UERN e a Av. Pompéia para instalação da rede de esgoto. Com isso, uma das pistas passará a operar em mão-dupla. A interdição deve durar 15 dias.

“As duas pistas passarão por obras, mas não ao mesmo tempo. Enquanto a rede de esgoto estiver sendo instalado em uma pista, a outra operará em mão-dupla” informa Josemar Damasceno, chefe do Setor de Intervenção Viária da pasta. Durante a interdição, o cruzamento da Av. Dr. João Medeiros Filho com a Av. Pompéia será fechado e o semáforo desligado para dar mais fluidez ao trânsito.

Para escapar do trecho, o motorista pode utilizar a Av. Tocantínea para chegar a Av. Moema Tinoco da Cunha Lima e acessar a Ponte Newton Navarro ou a Av. Rio Doce e chegar às avenidas Senhor do Bonfim, Florianópolis, Guadalupe, Maranguape, Paulista e Acaraú para acessar a Av. Dr. João Medeiros Filho em direção a Ponte de Igapó.

Com a interdição, as linhas 02 (Gramoré/Mirassol, via Av. Pompéia), 81 (Vila Verde/Ribeira, via Alecrim), 301 (Parque das Dunas/Mirassol, via Av. Romualdo Galvão), 302 (Parque das Dunas/Petrópolis, via Av. Afonso Pena) e 313 (Santa Cecília/Petrópolis, via Av. Afonso Pena) vão realizar desvios.

A linha 02 muda apenas no sentido Mirassol a partir da Av. Pompéia, onde entra na Rua Itororós, na Av. Itapetinga e retorna a Av. Dr. João Medeiros Filho, de onde segue normalmente. Já a linha 81 realizará este mesmo itinerário na ida para Ribeira. Na volta para o Vila Verde, a linha muda a partir da Av. Dr. João Medeiros Filho, entrando na Av. Itapetinga, Rua Itororós e retorna a Av. Pompéia.

Por sua vez, as linhas 301, 302 e 313 mudam – no sentido Igapó – a partir da Av. Pompéia, entrando na Rua Cerro Azul, Rua Tanabi, Rua Tabapuã, Av. Itapetinga e Av. Dr. João Medeiros Filho, de onde seguem normalmente. No retorno ao Parque das Dunas e a Santa Cecília, as linhas mudam a partir da Av. Dr. João Medeiros Filho, Av. Itapetinga, Rua Cerro Azul e Av. Pompéia – de onde seguem normalmente.

Obra na zona sul
No Cidade Satélite, a Rua Rio Tatuapé e a Av. Rio Tamanduateí serão fechadas entre a Av. dos Xavantes e a Rua Rio Grajaú. A intervenção deve durar 15 dias. Com isso, as linhas 24 (Planalto/Ribeira, via Av. Prudente de Morais), 33 (Planalto/Praia do Meio, via Av. Prudente de Morais), 33A (Planalto/Praia do Meio, via Av. Hermes da Fonseca), 33B (Planalto/Lagoa Seca, via Av. Prudente de Morais) e 44 (Rocas/Cidade Satélite, via Alecrim) sofrerão desvios apenas no sentido Planalto a partir da Av. dos Xavantes, entrando na Rua Rio Sanhoá e chegando a Rua Serra da Jurema, de onde seguem normalmente.

Em caso de dúvidas os usuários podem ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal

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Gente feliz faz um bem danado. Estudos já até comprovam isso.

Uma pesquisa publicadano Journal of Behavior Therapy and Experimental Psychiatry afirma que para se sentir feliz, basta caminhar como uma pessoa alegre. Durante o experimento, uma série de pessoas foi testada para saber se estufar o peito e balançar os braços realmente traz mais felicidade do que passos pesados e olhares cabisbaixos.
No estudo, o grupo teve de caminhar durante 15 minutos em uma esteira enquanto alguns fatores eram analisados. Os participantes foram acompanhados por câmeras com sensores de movimento. Na frente da esteira, uma tela mostrava as ações de um medidor – que pendia à esquerda quando caminhavam “deprimidos” e à direita quando “felizes”.

À medida que os minutos iam passando, a equipe de pesquisadores pedia para que as pessoas tentassem jogar o medidor para a esquerda ou para a direita. Só que antes de começarem o teste físico, os convidados tiveram que ler uma lista de palavras positivas e negativas.

Depois da caminhada, os participantes tiveram que escrever as palavras que lembravam. O resultado mostrou que quem caminhava de maneira mais triste (seguindo a lógica de outro estudo) conseguiu lembrar mais palavras tristes; e aqueles que andaram felizes se lembraram de mais palavras positivas.

Para os pesquisadores, essa lógica está alinhada a de outros trabalhos publicados sobre o tema. Segundo tais pesquisas, andar como um líder pode aumentar as chances de se tornar um; e segurar uma caneta com os lábios pode aumentar a vontade de sorrir. Então não custa nada andar mais “animado” por aí. Vai que contagia.

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BR 101 sentido Natal/Parnamirim será interditada neste sábado, das 13 às 20h. Se ligue.

A pista principal da BR 101, no sentido Natal/Parnamirim, será interditada das 13h às 20h, deste sábado, 25, do estádio Arena das Dunas, em Natal, até o viaduto de Emaús, em Paranamirim, em virtude da “Corrida PRF 191”, que faz parte da ação “Policiais contra o câncer Infantil”.

O trânsito será desviado para a via marginal. No trecho onde não houver via lateral, o trânsito será realizado por uma das faixas da pista principal. A abertura da via acontecerá na medida em que os atletas forem cumprindo os percursos previstos, podendo haver antecipação do horário de liberação.

A PRF sugere à população o uso de rotas alternativas durante o período da corrida, como a Av. Prudente de Morais e o anel viário do Campus da UFRN, a depender do destino pretendido. Em razão do aumento do fluxo de veículos no trecho, a PRF solicitou à Polícia Militar o reforço do policiamento ostensivo no prolongamento da Av. Prudente de Morais, entre Natal e Parnamirim.

Não haverá qualquer intervenção decorrente da Corrida PRF 191 no sentido Parnamirim/Natal da BR-101.

Todo o percurso da prova estará devidamente sinalizado e será monitorado por equipes da PRF.

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Doar e reciclar. ‘Um Caderno , um futuro’ faz o bem a quem não tem e preserva o meio ambiente. Participe.

Já sabe o destino dos cadernos escolares usados esse ano? Olha só que ideia legal que já entra em sua terceira edição. Essa encantadora história vem da estudande de psicologia, Arícia Gusmão,23 anos, que resolveu, há 2 anos, lançar uma campanha ‘Um caderno, um futuro’. A ideia é recolher os cadernos usados, dar uma repaginada para serem doados a estudantes carentes e com isso reduzir o desperdício e preservar o meio ambiente.

“Para a reutilização dos cadernos conto, principalmente com a ajuda da minha avó Rosa Araújo, além de voluntários, amigos e familiares que selecionam as folhas, capas e arames que estão em bom estado e que podem se transformar num bom caderno” explica a universitária que já está em campanha para esse ano.
“O objetivo além da doação a estudantes carentes, também é a redução de lixo. Arrecado cadernos usados ao invés de novos” ressalta a estudante que diz satisfeita com os resultados dos anos anteriores e continua com o propósito de contagiar mais famílias para, além da doação, plantar a cultura da diminuição de resíduos. Essa é a ideia da Campanha ‘Um caderno, um futuro’.

“Somando as duas campanhas anteriores, já arrecadamos mais de três mil e produzimos cerca de mil cadernos. Espero esse ano receber mil e quinhentos cadernos a serem transformados. A divulgação pela mídias sociais e também pela imprensa me ajudam a difundir a ideia”.

Quer participar?
Postos de coleta:
Clínica Mater:Rua Assu, n. 669, próximo ao restaurante Cassol
Colégio CEI da Romualdo Galvão em horário comercial.

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‘Direito ao Cinema da Estácio’ debate preconceito racial #coisadepreto

Nos últimos dias repercutiram nas redes sociais um vídeo com comentários pessoais do jornalista William Waack e o preconceito racial ganhou espaço e destaque com a tag #coisadepreto. Diante da polêmica e da necessidade de ampliar a discussão do tema, o projeto Direito ao Cinema da Estácio, exibe o longa “Estrelas Além do Tempo” – chamado de Hidden Fugures originalmente. A sessão é gratuita e ocorrerá neste sábado (18), às 9h, na Estácio Alexandrino.

O filme, indicado ao Oscar de Melhor Filme, dirigido e escrito por Theodore Melfi, é baseado no livro homônimo de Margot Lee Shetterly. Um drama biográfico norte-americano que se passa em 1961 e conta a história de três matemáticas negras da NASA – discriminadas pela etnia, apesar da competência.

“Para nós, ‘coisa de preto’ é ser peça decisiva na corrida espacial americana e ser fundamental para o desenvolvimento de muitas tecnologias que tanto nos auxiliam hoje em dia”, comenta sobre o filme o coordenador do projeto Direito ao Cinema, Luiz Felipe Pinheiro Neto. Estarão presentes para o debate após a exibição, a professora de Letras Português Julianny Katarine e a advogada Juliete de Abreu.

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Crônica de Jomar Morais sobre ‘A morte da cultura’, do filósofo José Ramos Coelho, lançada hoje no Sapiens.

Transcrevo de Jomar Morais, jornalista e editor do Planeta Jota, crônica sobre a publicação ‘A Morte da Cultura’ do filósofo e doutor em Psicologia Clínica José Ramos Coelho que será lançada nesta sexta-feira, 10, no Sapiens e já disponível no Livreiro Sapiens

Uma palavra vagueia pelos caminhos em que transitam as pessoas e as afligem com insegurança, medo, angústia e ansiedade: crise! Na tentativa de exorcizá-la, economistas esgrimem com números, políticos com discursos, cientistas e técnicos com invenções, médicos com drogas, psicólogos com terapias… E, no entanto, o mal-estar individual e coletivo prossegue ampliando-se no compasso das conquistas tecnológicas e da expansão do bem-estar material, em contradição com as crenças de uma sociedade racional e pragmática.

É difícil, talvez impossível, diagnosticar-se com precisão os problemas subjacentes de um sistema quando se faz parte dele ou quando se usa para isso instrumentos e critérios predestinados a validá-lo. Saltar para fora, instalar-se em outra perspectiva ou, no mínimo, expandir a observação restrita a segmentos, relacionando-os ao conjunto, são atitudes indispensáveis para não nos perdermos em delusões, isto é, no labirinto das construções mentais que mascaram a realidade e perpetuam nossos enganos.

O filósofo e doutor em Psicologia Clínica José Ramos Coelho, ao que parece, acaba de realizar essa proeza.

Numa época em que muitos falam de crises a partir de perspectivas setoriais – sejam a econômica ou a politica, a moral ou a psicológica -, Ramos Coelho nos leva a enxergar a dimensão mais ampla e mais profunda de uma situação que se manifesta por múltiplos sintomas. A crise é a de um modelo civilizatório que se exauriu, ele argumenta em seu novo livro A Morte da Cultura – Um diagnóstico de duas patologias da civilização, que será lançado nesta sexta-feira, 10, no Sapiens.

O modelo em xeque é o greco-romano, que moldou as sociedades humanas no ocidente, cuja eficácia desmoronou ante a hipertrofia do dinheiro, o grande colonizador de todos os aspectos da vida social e vírus que adoeceu e praticamente matou as culturas em sua função de promover a homeostase social, o equilíbrio interno que mantém a vida saudável em meio às alterações do ambiente. As epidemias de ansiedade e depressão, assim como os espamos de violência social, não seriam mais que sintomas dessa falência e da perda de significados.

Para o autor de A Morte da Cultura, o “programa da racionalidade” promoveu rupturas decisivas na comunicação e interação entre as pessoas. Trata-se de um processo que tem origem na linguagem, sobretudo, na escrita, que implantou a supremacia dos raciocínios em detrimento da realidade e, ao tornar obsoleto o cultivo da memória do saber nas relações interpessoais, abriu caminho para a insensibilização das relações humanas e à petrificação de corações e almas.

O dinheiro surge como a segunda grande ruptura ou patologia, ao alterar o sentido das coisas e a relação entre pessoas e mercadorias. Se todas as coisas podem ser permutáveis em dinheiro, perdendo seu valor de uso para serem apenas instrumentos de lucro, tem-se aí a interdição da satisfação das necessidades básicas e naturais do ser humano. O dinheiro passa a ser a medida de todas as coisas, inclusive a do homem. E a compulsão por trabalho para gerar riqueza (mais dinheiro) conduz àquilo que o autor chama de “polematação” do homem, ou seja, sua coisificação, sua transformação em mercadoria através dos modos de produção e consumo inspirados pelo capital.

Em sua análise, Ramos Coelho esmiúça a mitologia da pós-modernidade, investe sobre o papel do marketing e da publicidade na armadilha de humanizar as coisas enquanto expropria e sequestra a humanidade dos homens e faz-nos ver o óbvio ocultado pela ilusão: “O hábito de lidar com o dinheiro intoxica o pensamento, o sentimento e as ações humanas, tornando o usuário desta tecnologia em seu dependente e servo inconsciente”.

Mas, se já não é possível – nem recomendável – retroceder à oralidade da comunicação e nem à economia dos escambos, o que fazer para curar as feridas abertas pela enorme defasagem entre um excesso de ciência e de eficácia técnica e um déficit de ética e de valores?

A saída, para Ramos Coelho, está em um retorno à homeostase global mediante o cultivo de valores autênticos que expressem a natureza humana. Se a hipertrofia do capital devora todos os recursos do planeta e se as línguas e culturas hegemônicas promovem etnocídios e genocídios, destruindo a diversidade, a solução que se faz necessária passa pelo estabelecimento de um novo ideal de excelência que inclua a sabedoria e a compaixão.

Em termos políticos, isso abre espaços para, por exemplo, a alternativa de um “anarquismo dadivoso”, baseado em uma ideologia e estruturas que privilegiem a dádiva e não a acumulação, como propõe o autor de A Morte da Cultura. No âmbito da filosofia, das religiões e das artes, estimula nossos passos através dos portais da ação generosa, que dissolve o egoísmo, e da contemplação, que elimina a ignorância.

Em outras palavras, uma solução duradoura nos conduzirá, inevitavelmente, ao resgate da mística a fim de equilibrar a racionalidade.

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Música, artesanato, oficina de mosaico, troca de brinquedos… Domingo no Flora Bazar. Opção para a família.

Domingo, a partir das 9h, será realizado o Flora Bazar em Ponta Negra. Um evento idealizado pela paisagista Lígia Smith que reúne artesãos e músicos em volta da cultura e da arte.

Troca de brinquedos, venda de artesanato e comidinhas, além de uma oficina em mosaico estão na programação que terá início às 9h da manhã e vai até 18h30.
Os visitantes terão como apreciar os músicos Edmilson Cardoso, percussionista da Orquestra Sinfônica do RN e da Banda Sinfônica de Natal e também a voz e violão de Ricardo Wanamarque.

Há nove anos, Lígia mantém o espaço Bio Flora Viveiro de plantas na rua Praia de Genipabu em Ponta Negra, voltado para atender sua clientela de paisagismo e recuperação de plantas. E, para aproveitar o lugar onde a natureza e a brisa do mar convivem em perfeita harmonia, ela resolveu abrir para eventos já que tem uma estrutura coberta com cozinha e equipamentos para festas e confraternizações.

O bazar tem entrada franca, acontece mensalmente e tem por finalidade destacar o trabalho de artistas e, por outro lado, oferece uma opção de lazer para as famílias aproveitarem o domingo.

Serviço:
Flora Bazar
Domingo, 12/11
Horário 9h às 18h30
Endereço: Avenida Genipabu – Ponta Negra (Av.lateral ao Praia Shopping)
Informações:99101 5551

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Romance ‘O Bálsamo’ da Professora da UFRN recebe prêmio literário da UBE-RJ, nesta 4ª feira.

Tereza Custódio recebe da nesta quarta-feira, 8 de novembro, da Diretoria da União Brasileira de Escritores UBE-RJ, o prêmio Permínio Asfora – 2017 pelo Romance ‘O Bálsamo’.

O romance é um relato surpreendente da vida e da morte entrelaçado com os sentimentos de amor, dor e resiliência. A narrativa sobre o desamparo infantil e a longevidade leva-nos a cruzar com personagens densos ao interior do universo humano, envolvendo o leitor da primeira à última página. Uma história emocionante inserida em um contexto histórico e político do país e pincelada com 22 letras de músicas.
A personagem Lara Castro fica órfã de mãe aos cinco anos de idade. A partir daí, começa seu calvário ao conviver com um pai alcoólatra, uma empregada doméstica autoritária e uma madrasta negligente. Como resquícios desse passado, ela constrói uma vida permeada de um casamento abusivo. Aos quarenta anos, ao cuidar da avó materna, demite-se de um trabalho estafante, e adentra em um novo campo profissional como cuidadora de idosos. Ao cuidar de pessoas negligenciadas, demenciadas e violentadas pela família, surge um sentimento de solidariedade, paciência e compaixão e aos poucos, Lara vai recuperando a capacidade de superação das vitimizações e danos psicológicos que vivenciou na infância. No Solar Geriátrico, seu coração começa a descongelar ao conhecer Dr. Raphael.


A autora, TEREZA CUSTÓDIO, nasceu no Ceará em 1952 é professora do IFRN. Graduada em Letras pela UFRN com pós em Línguas Estrangeiras (Inglês-UFRN e Espanhol-Salamanca / Espanha). Romancista, cordelista e trovadora premiada pela União Brasileira de Trovadores de JF/MG. Membro da União Brasileira de Escritores (UBE-RN). Seu primeiro romance “O BÁLSAMO” 270 p. Ed. Chiado / Portugal.

O livro foi aprovado pela SEEC-RN e SMEC-CE para fazer parte do acervo das bibliotecas escolares. Lançado na XII Bienal Internacional do Libro do Ceará e em Aveiro-Portugal. Seu livro infantil “A Vida Colorida de Vitória” será lançado em 2018, como também um cordel sobre a “Discriminação na Raça Negra”. Em andamento seu segundo romance sobre uma sertaneja agnóstica.

Veja a lista dos livros agraciados com o prêmio e serão entregues no Instituto Cravo Albin no Rio de janeiro, nesta quarta-feira.
ANA MARIA PEREIRA/ RJ – Prêmio Maura de Sena Pereira – Poesia – “AS PALAVRAS SOPRAM”, 2016.
BEGOÑA MONTES ZÓFIO/ ESPANHA – Prêmio Geir Campos – Poesia – “PASSAGEM DE VOLTA”, (bilíngue), 2016.
BENEDITO VASCONCELOS MENDES RN- Prêmio Orígenes Lessa – “HISTÓRIA DA MINHA VIDA PROFISSIONAL”, 2016.
DIANA GUENZBURGER/ RJ – Prêmio Mauritônio Meira – Conto – “O FANTASMA DE PAQUETÁ (E OUTRAS HISTÓRIAS)”, 2015.
DOMÍCIO PROENÇA FILHO/RJ-Prêmio Astrogildo Pereira – Crítica/ Crônica-“LEITURA DO TEXTO, LEITURA DO MUNDO”, 2016.
EDSON MONTEIRO/ RJ – Prêmio Moacyr Werneck de Castro – Biografia -“BIOGRAFIA DO SENADOR JARBAS MARANHÃO”, 2016.
ELINALVA ALVES/CE-Prêmio Stella Leonardos-livro infantil-“O CORAJOSO MENINO TORNA-SE PRÍNCIPE NA CIDADE LUZ”,2016.
ELIZABETH GONTIJO/ MG – Prêmio Almeida Cousin – Poesia – “MARCAS D’ÁGUA”, 2016.
EVANILDO BECHARA/ RJ e RICARDO CAVALIERE/ RJ (Editores) – Prêmio Celso Cunha – língua portuguesa –
“CONFLUÊNCIA, Revista do Instituto de Língua Portuguesa”.
FABIO CUPERTINO MORÍNIGO/ RJ – Prêmio Evaristo de Morais Fº – Historiador – “HFSE PROSSEGUE”, 2016.
GASTÃO RÚBIO DE SÁ WEYNE/ SP – Prêmio Dias da Costa – Poesia – “MEUS SONETOS LUSÓFILOS”, 2016.
GILBERTO MENDONÇA TELES/ RJ-Prêmio Rodrigo Octávio Fº- Poesia -“O TERRA A TERRA DA LINGUAGEM”, 2016.
GISLENO FEITOSA/ PI – Prêmio Malba Tahan – “MEDIQUÊS”, 2015.
IGOR FAGUNDES/ RJ – Prêmio Afrânio Coutinho – Ensaio/ Crítica – “POÉTICA NA INCORPORAÇÃO – MARIA BETHÂNIA, JOSÉ INÁCIO VIEIRA DE MELO E O OCIDENTE NA ENCRUZILHADA DE EXU”, 2016.
ÍTALO SUASSUNA/RJ-Prêmio João Condé-Memorialista -“JOÃO CABRAL DE MELO NETO-O OUTRO FIO DA FACA”,2015.
JÔ MENDONÇA/ PB – Prêmio Rodrigo Octávio Filho – Poesia – “POESIAS CANTAM”! , 2016.
LEANDRO FERNANDES/ PI – Prêmio Eduardo Tourinho – poesia – “palavra SERtão”, 2017.
LUIZA LOBO/ RJ – Prêmio Umberto Peregrino – CONJUNTO DA OBRA.
LYDIA SIMONATO/ RJ – Prêmio Alice Leonardos da Silva Lima – Poesia – “DITOS POR NÃO DITOS”, 2016.
MANOEL HERCULANO/ RJ – Prêmio Raul Pedroza – Poesia – “Ô DE CASA – RIO MARANHÃO”, 2016.
MARCELO MOURÃO/ RJ – Prêmio Murillo Araújo – Poesia – “MÁQUINA MUNDI”, 2016.
MARINA G. T. PARANHOS/ RJ – Prêmio Moacyr Félix – CONJUNTO DE OBRA ACADÊMICA.
NÉLIDA PIÑON/ RJ – Prêmio Jorge Amado – CONJUNTO DA OBRA.
REILA GRACIE/ RJ – Prêmio Peregrino Júnior – Biografia – “CARLOS GRACIE – O CRIADOR DE UMA DINASTIA”, 2016.
TÂNIA ZAGURY/ RJ – Prêmio Zora Seljan – CONJUNTO DE OBRA NA EDUCAÇÃO.
TATIANA ALVES SOARES CALDAS/ RJ – Prêmio Saldanha Coelho – CONJUNTO DA OBRA.
TEREZA CUSTÓDIO/ CE – Prêmio Permínio Ásfora – Romance – “BÁLSAMO”, 2017.

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