Programa ‘Encontro com Fátima Bernardes’ tomou de emoção o Brasil. A apresentadora Ana Furtado ganha surpresa ao falar do tratamento de câncer .

Apresentadora recebeu o carinho de 15 pessoas que venceram a doença e estiveram na plateia do programa desta segunda-feira, 25/6.

Mais de três milhões de mensagens carinhosas foram recebidas pelo Instagram da apresentadora que ganhou força e se utilizou de sua imagem pública para ser ferramenta de transformação, coragem e também de informações sobre a doença. Emocionada com a surpresa feita por Fátima Bernardes que levou para a plateia, algumas das pessoas que mandaram os comentários na rede social,  e, ao vivo, puderam interagir e abraçar Ana que já está na fase de quimioterapia. Vale à pena ver as histórias de arrepiar corações veiculadas no programa.  Segue o Link http://encurtador.net/tuvy9

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A história emocionante de uma paciente de câncer que teve o Crochê como um forte aliado para sua recuperação.

agnes1A sentença de morte para quem é surpreendido com um diagnóstico de câncer é superada a partir de relatos de pessoas que ficaram boas e levam uma vida normal – até mesmo melhor – depois de curadas. O impacto é aterrorizante e muitos falam do filme da vida que vem na mente, os desejos não realizados, os projetos de vida deixados para depois.  Mas, para muitos que têm fé, condições de bancar e levar o tratamento a sério; e têm o apoio que necessita, não só assistência médica, mas da família e amigos, fazem da trajetória da cura uma descoberta para uma nova vida e são exemplos para quem acha que não tem jeito e perde a esperança.qui,io

A história a seguir é de uma amiga de Escola Doméstica que descobriu um forte aliado, um companheiro para seu tratamento e, já se prepara,  para, agora na fase de controle, empreender na área do artesanato, graças à sua coragem e resiliência.

Para a corretora de imóveis, Agnes Dieb Ubarana, 55 anos, divorciada,  mãe de Bárbara, 30, e Ari Filho, 27,  foi bem assim. Após o anúncio do médico responsável pelos exames e à perspectiva do tratamento a ser enfrentado para a retirada dos linfonodos de sua mama direita, ela pensou no desejo de lutar para ficar boa, sem pensar nos males da doença. “Isso fez uma diferença muito grande, pois sentimentos negativos não me deixaram ficar triste e nem revoltada”, conta.

Durante o tratamento, apesar de tortuoso, Agnes nunca deixou se abater pela depressão. Iniciou o ciclo da quimioterapia, depois veio a cirurgia e, por último, a radioterapia, totalizando um ano da fase mais pesada do tratamento. Todo o processo foi acompanhado pela mastologista  Ana Susy de Góis Cruz, além de uma equipe médica super empenhada na resposta positiva do seu organismo frente às sessões semanais ou mensais de medicação.  “Sou muito grata à minha irmã Adélia e aos meus filhos que não me deixaram sozinha por um segundo. O amor é o melhorremédio nesses momentos”, desabafa.

Agnes e seu filho Ari. Emoção na parceria da cabeleira raspada.

Agnes e seu filho Ari. Emoção na parceria da cabeleira raspada.

Um dos momentos mais marcantes para a maioria dos pacientes que se submetem à quimioterapia é a perda dos cabelos, mas Agnes encarou com naturalidade.  “Comigo não foi diferente, quando me disseram que iria cair, antecipei e raspei logo a minha cabeça e, para minha surpresa, meu filho raspou também a dele para me encorajar e fazer companhia”.

Mas, entre tantas fases a serem vencidas, precisava ocupar a cabeça com alguma coisa que a deixasse bem, com pensamentos positivos. Ela fazia questão de preparar sua própria alimentação, pois assim trabalhava com a cabeça e as mãos, já que não podia sair de casa devido ao tratamento.

primas

As ‘Diebs’: Yamna, Agnes, Adélia, Angela, Ana Helena e Tueta.

E nesse tempo de reclusão, envolta pelas lembranças de sua mãe, veio o crochê. “Entre meus 7 a 8 anos, ela me ensinou a brincar de fazer o trabalho manual. Contava os pontinhos e fazia as peças para orgulho e descanso dela, me entretia” relata.  Era uma forma que Dona Marili encontrava de deixar a menina quieta.  O crochê também foi disciplina na Escola Doméstica, na 5ª série, quando tinha uns 11 anos,  recorda com muito orgulho que, à época, até ensinava  às colegas o jeito simples de fazer. Hoje, apesar de a mãe estar ausente, o crochê voltou à cena, agora, protagonista de uma história de superação. “Ele foi e é meu elixir. Nas salas de espera das quimioterapias, na recepção das clínicas dos médicos, em casa, e nas reuniões semanais entre ‘As Diebs’ – um grupo formado por primas que mesmo antes da minha doença, se reunia para conversar -, o crochê é  o destaque” conta.

Nessa nostalgia reencontrou a agulha e a linha e iniciou sem pretensão, a produção das peças. Sapatinhos para bebês, blusas e panos de mesa já recebiam muitos elogios da família que a encorajava.  E foi nos preparativos para o natal e com o desejo de presentear a sobrinha  Marina, que encarou seu primeiro desafio. “Fiz três vezes uma saída de banho para acertar” relatou Agnes. ‘Ficou muito bonito e aprovado por todos e por Marina”, finalizou.  Depois, a produção cresceu e fez a artesã acreditar que um ponto é capaz de desfazer os nós que tentam povoar em nossas mentes.

Assim,  Agnes que atualmente está encerrando o ciclo de vitaminas injetáveis, irá continuar o tratamento via oral por cinco anos e também faz planos para se aperfeiçoar à técnica do crochê. Ela já enxerga a atividade como uma fonte para sua subsistência e também para suas novas amizades feitas a partir do trabalho.  Já está se profissionalizando através de um curso do Sebrae no qual deverá abrir portas para comercializar as peças. Agnes  também sentiu a necessidade de fazer seu perfil nas mídias sociais e, aos poucos, vai expondo o seu material  feito com muito amor e responsável  pela sua recuperação.

Mas, a lição que tiramos dessa história de Agnes é que não sabemos da força e da capacidade que temos frente à uma situação, estamos sempre nos descobrindo e nos reinventando a partir de uma mudança que muitas vezes atropelam a  vida em um segundo, a partir de um resultado de um exame.  E o autoconhecimento é um ponto destacado por essa amiga que, no silêncio entre  fazer um ponto de crochê construiu uma parceria que a motivou a continuar seus sonhos e a alegria de viver, fora a fé em Deus, ponto de partida para tudo em sua vida.

Contato para encomenda:

Instagram @agnesdieb

Facebook  Agnes Dieb Ubarana

Contato:  99987 9870

 

 

 

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O mistério do amor de Deus no Bom dia de Albany Dutra.

Bom dia a todos 
Por Albany Dutra

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Converter-se ao amor de Deus, por Albany Dutra

Bom dia a todos!

Por Albany Dutra

     Oh Senhor!  Por tantos caminhos eu andei e nunca me dei conta que existia uma  alegria perfeita. Eu,com minha prepotência,orgulho,vaidade e autossuficiência, já tinha ouvido falar de ti. Porém, achava eu, que tu eras um Deus fantasioso, distante, e que não tinha nada para me oferecer. Levava minha vida por entre farras, ostentando o poder que eu conquistei através do meu trabalho. Valia muito mais para mim, buscar os valores materiais, pois eles é que me davam a alegria. Tudo o que queria estava ao meu alcance. O meu Deus era o dinheiro, as posses, os bens…  Media a minha alegria, pela quantidade de festas que eu oferecia, ou participava. 

     Tudo engano Senhor! De repente, vi a enfermidade e as trevas bater à porta de minha casa. Adoeci, perdi tudo o que tinha acumulado, fiquei incapacitado de realizar aquelas coisas que eu mais desejava. Meus filhos enveredaram pelo caminho das drogas. Não podia contar com eles para cuidar de mim, pois ensinei a eles, a possuir, a comprar, a gastar. E esqueci o principal: AMAR. Minha esposa partiu, no momento que eu não tinha mais luxo, ostentação, status para lhe oferecer. Pensei que ela era feliz ao meu lado. Mas a felicidade dela também era o Deus dinheiro. Foi no momento que eu pensei que meu minha vida tinha terminado, que fui apresentado ao seu amor Senhor. Descobri através dele, que a verdadeira alegria não estava na riqueza que eu guardava nos bancos, mas, as que eu carrego no meu coração.

     Demorei demais Senhor a te encontrar. Hoje, arrependido e com o coração convertido ao teu amor, estou pronto para ir ao encontro face à face dessa perfeita alegria, pois, na hora que eu mais precisei, foi o seu amor que cuidou de mim! Reflitamos sobre esta história, que se faz tão real na vida de muitos! 

Via Albany Dutra

Jesus, o bom pastor!

Jesus, o bom pastor!

08/02/2016.

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Orações de Albany Dutra propaga o amor de DEUS

Lançamento amanhã, 0812, no Colégio MARISTA, a partir das 18h.

Lançamento amanhã, 08/12, no Colégio MARISTA, a partir das 18h.

O individualismo, o egoísmo e a busca desenfreada do Ter, além da falta de humildade e a indiferença para com o próximo, são citados pelo autor do ‘Bom dia a todos’, Albany Salustino Fernandes Dutra, como os responsáveis pela falta de amor entre as pessoas. Ele explica como surgiram as orações e o interesse em propagar o amor de Deus nesse livro que traz seu testemunho de fé, sua cura e o compromisso por disseminar o amor de Deus entre as pessoas através das orações.

“Como Jesus, acredito na conversão do coração das pessoas, principalmente se elas doarem e mostrarem o valor do amor ao próximo. Agora, para conseguir esse verdadeiro amor, elas precisam amar a Deus e essa é uma decisão pessoal, que exige fé”, explica o empresário de 44 anos, casado com Rejane Dutra e pai de Maria Letícia.

E continua, “Vivemos num mundo onde as pessoas estão perdidas, sem um direcionamento. Precisamos resgatar essas pessoas, doar muito amor, sozinhos não conseguimos ser felizes, precisamos dessas pessoas ao nosso lado, repletas de amor e do próprio amor de Deus para nos fortalecer e nos fazer felizes” ressalta Albany.

A religiosidade

A educação religiosa que teve da sua família, além da formação cristã no Colégio Marista são destacados por Albany, para justificar seu desejo, desde garoto, em ajudar aos menos favorecidos.

Mas o ‘Bom dia a todos’ surgiu após dois anos e meio escrevendo reflexões para os grupos de jovens da comunidade onde atua, conta Albany, que acorda diariamente às 04h00 para fazer suas preces, hábito adquirido desde 1998, após vencer a um câncer de mediastino.

“Participamos, eu e Rejane, da comunidade católica de casais vida nova, cujo carisma é a santificação da família através do matrimônio”, relata Albany explicando como tudo começou. Após coordenar um encontro de jovens no Marista em 2013, ele sentiu uma receptividade muito positiva do grupo e se motivou a continuar a evangelização através dos textos, dessa vez, via os grupos do aplicativo do whatapp.  “As mensagens, geradas a partir de uma profunda intimidade com Deus, da intercessão de nossa Senhora e da presença do Espírito Santo, eram enviadas cedinho, diariamente para eles”. E relata  “Eles gostaram tanto que pediam para não deixar de enviá-los, pois estavam transmitindo para outras famílias, e, é assim até hoje”.

E essas preces, que tomaram uma proporção que não tem como mensurar a quantidade de pessoas que as recebem e replicam entre outras pessoas, todos os dias,  foram compiladas em um livro  ‘Bom dia a todos’ pela mãe de Albany,  Nia Fernandes Dutra, e que será possível adquirir amanhã, dia do lançamento. O livro traz 365 orações, o testemunho do autor na luta contra o câncer e o prefácio da sua tia, a imortal da academia Norte-rio-grandense de Letras, Sônia Fernandes Faustino.

 

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