Livro infantil ‘A Vida Colorida de Vitória’ terá seu lançamento domingo no Parque das Dunas, depois em Milão e na Suíça.

 

O livro infantil  “A VIDA COLORIDA DE VITÓRIA – VITÓRIA’S COLORFUL LIFE” da cearense Tereza Custódio, será  lançado no próximo domingo, 22, no Parque das Dunas,  às 8h30, em Natal.

E não para por aqui, a obra foi lançada recentemente em Fortaleza,  e seguirá com a autora para os autógrafos em Genebra, na Suíça (29/04) e depois Milão, na Itália (05/05), além de participar, através da Contadora de história Eva Potiguar, do acervo de literatura infantil da II EXPO Intinerante Internacional que ocorrerá em Londres em maio vindouro.

Sinopse da obra

A Vida Colorida de Vitória é um livro bilíngue Português – Inglês e  traz em seu enredo  o cotidiano da menina Vitória. Numa linguagem poética, com rimas suaves e melodiosas, usando as cores como tema, a autora oferece uma opção para as crianças se perceberem nesse universo tão cheio de cor e alegria. Os desenhos são ilustrados por Raíssa Bulhões e captam a inocência da infância e o lado belo e colorido da vida. 

Sobre a autora

Tereza Custódio nasceu no Ceará em 1952. Graduada em Letras pela UFRN, tem especialização em Línguas Estrangeiras e Artes Cênicas e foi professora do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN). Em 2017 teve seu primeiro romance publicado, “O Bálsamo”, premiado pela União Brasileira de Escritores-UBE/RJ e  obteve  o 1º lugar em concurso pela União Brasileira de Trovadores-UBT/MG.

No forno

O livro em cordel, com 130 sextilhas sobre a “Herança da Diáspora Africana” terá seu lançamento em brevve e, o  segundo romance, “O Baú de Filomena”, está em andamento. A romancista, cordelista e trovadora é membro da União Brasileira de Escritores (UBE/RN), da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN (SPVA-RN) RN e da A.C.I.M.A/Itália.

Designer
Raíssa Bulhões nasceu em Natal em 1992. Formou-se em Design Gráfico em 2014 pela UFRN e desde 2011 trabalha com ilustrações.

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Crônica de Jomar Morais sobre ‘A morte da cultura’, do filósofo José Ramos Coelho, lançada hoje no Sapiens.

Transcrevo de Jomar Morais, jornalista e editor do Planeta Jota, crônica sobre a publicação ‘A Morte da Cultura’ do filósofo e doutor em Psicologia Clínica José Ramos Coelho que será lançada nesta sexta-feira, 10, no Sapiens e já disponível no Livreiro Sapiens

Uma palavra vagueia pelos caminhos em que transitam as pessoas e as afligem com insegurança, medo, angústia e ansiedade: crise! Na tentativa de exorcizá-la, economistas esgrimem com números, políticos com discursos, cientistas e técnicos com invenções, médicos com drogas, psicólogos com terapias… E, no entanto, o mal-estar individual e coletivo prossegue ampliando-se no compasso das conquistas tecnológicas e da expansão do bem-estar material, em contradição com as crenças de uma sociedade racional e pragmática.

É difícil, talvez impossível, diagnosticar-se com precisão os problemas subjacentes de um sistema quando se faz parte dele ou quando se usa para isso instrumentos e critérios predestinados a validá-lo. Saltar para fora, instalar-se em outra perspectiva ou, no mínimo, expandir a observação restrita a segmentos, relacionando-os ao conjunto, são atitudes indispensáveis para não nos perdermos em delusões, isto é, no labirinto das construções mentais que mascaram a realidade e perpetuam nossos enganos.

O filósofo e doutor em Psicologia Clínica José Ramos Coelho, ao que parece, acaba de realizar essa proeza.

Numa época em que muitos falam de crises a partir de perspectivas setoriais – sejam a econômica ou a politica, a moral ou a psicológica -, Ramos Coelho nos leva a enxergar a dimensão mais ampla e mais profunda de uma situação que se manifesta por múltiplos sintomas. A crise é a de um modelo civilizatório que se exauriu, ele argumenta em seu novo livro A Morte da Cultura – Um diagnóstico de duas patologias da civilização, que será lançado nesta sexta-feira, 10, no Sapiens.

O modelo em xeque é o greco-romano, que moldou as sociedades humanas no ocidente, cuja eficácia desmoronou ante a hipertrofia do dinheiro, o grande colonizador de todos os aspectos da vida social e vírus que adoeceu e praticamente matou as culturas em sua função de promover a homeostase social, o equilíbrio interno que mantém a vida saudável em meio às alterações do ambiente. As epidemias de ansiedade e depressão, assim como os espamos de violência social, não seriam mais que sintomas dessa falência e da perda de significados.

Para o autor de A Morte da Cultura, o “programa da racionalidade” promoveu rupturas decisivas na comunicação e interação entre as pessoas. Trata-se de um processo que tem origem na linguagem, sobretudo, na escrita, que implantou a supremacia dos raciocínios em detrimento da realidade e, ao tornar obsoleto o cultivo da memória do saber nas relações interpessoais, abriu caminho para a insensibilização das relações humanas e à petrificação de corações e almas.

O dinheiro surge como a segunda grande ruptura ou patologia, ao alterar o sentido das coisas e a relação entre pessoas e mercadorias. Se todas as coisas podem ser permutáveis em dinheiro, perdendo seu valor de uso para serem apenas instrumentos de lucro, tem-se aí a interdição da satisfação das necessidades básicas e naturais do ser humano. O dinheiro passa a ser a medida de todas as coisas, inclusive a do homem. E a compulsão por trabalho para gerar riqueza (mais dinheiro) conduz àquilo que o autor chama de “polematação” do homem, ou seja, sua coisificação, sua transformação em mercadoria através dos modos de produção e consumo inspirados pelo capital.

Em sua análise, Ramos Coelho esmiúça a mitologia da pós-modernidade, investe sobre o papel do marketing e da publicidade na armadilha de humanizar as coisas enquanto expropria e sequestra a humanidade dos homens e faz-nos ver o óbvio ocultado pela ilusão: “O hábito de lidar com o dinheiro intoxica o pensamento, o sentimento e as ações humanas, tornando o usuário desta tecnologia em seu dependente e servo inconsciente”.

Mas, se já não é possível – nem recomendável – retroceder à oralidade da comunicação e nem à economia dos escambos, o que fazer para curar as feridas abertas pela enorme defasagem entre um excesso de ciência e de eficácia técnica e um déficit de ética e de valores?

A saída, para Ramos Coelho, está em um retorno à homeostase global mediante o cultivo de valores autênticos que expressem a natureza humana. Se a hipertrofia do capital devora todos os recursos do planeta e se as línguas e culturas hegemônicas promovem etnocídios e genocídios, destruindo a diversidade, a solução que se faz necessária passa pelo estabelecimento de um novo ideal de excelência que inclua a sabedoria e a compaixão.

Em termos políticos, isso abre espaços para, por exemplo, a alternativa de um “anarquismo dadivoso”, baseado em uma ideologia e estruturas que privilegiem a dádiva e não a acumulação, como propõe o autor de A Morte da Cultura. No âmbito da filosofia, das religiões e das artes, estimula nossos passos através dos portais da ação generosa, que dissolve o egoísmo, e da contemplação, que elimina a ignorância.

Em outras palavras, uma solução duradoura nos conduzirá, inevitavelmente, ao resgate da mística a fim de equilibrar a racionalidade.

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Romance ‘O Bálsamo’ da Professora da UFRN recebe prêmio literário da UBE-RJ, nesta 4ª feira.

Tereza Custódio recebe da nesta quarta-feira, 8 de novembro, da Diretoria da União Brasileira de Escritores UBE-RJ, o prêmio Permínio Asfora – 2017 pelo Romance ‘O Bálsamo’.

O romance é um relato surpreendente da vida e da morte entrelaçado com os sentimentos de amor, dor e resiliência. A narrativa sobre o desamparo infantil e a longevidade leva-nos a cruzar com personagens densos ao interior do universo humano, envolvendo o leitor da primeira à última página. Uma história emocionante inserida em um contexto histórico e político do país e pincelada com 22 letras de músicas.
A personagem Lara Castro fica órfã de mãe aos cinco anos de idade. A partir daí, começa seu calvário ao conviver com um pai alcoólatra, uma empregada doméstica autoritária e uma madrasta negligente. Como resquícios desse passado, ela constrói uma vida permeada de um casamento abusivo. Aos quarenta anos, ao cuidar da avó materna, demite-se de um trabalho estafante, e adentra em um novo campo profissional como cuidadora de idosos. Ao cuidar de pessoas negligenciadas, demenciadas e violentadas pela família, surge um sentimento de solidariedade, paciência e compaixão e aos poucos, Lara vai recuperando a capacidade de superação das vitimizações e danos psicológicos que vivenciou na infância. No Solar Geriátrico, seu coração começa a descongelar ao conhecer Dr. Raphael.


A autora, TEREZA CUSTÓDIO, nasceu no Ceará em 1952 é professora do IFRN. Graduada em Letras pela UFRN com pós em Línguas Estrangeiras (Inglês-UFRN e Espanhol-Salamanca / Espanha). Romancista, cordelista e trovadora premiada pela União Brasileira de Trovadores de JF/MG. Membro da União Brasileira de Escritores (UBE-RN). Seu primeiro romance “O BÁLSAMO” 270 p. Ed. Chiado / Portugal.

O livro foi aprovado pela SEEC-RN e SMEC-CE para fazer parte do acervo das bibliotecas escolares. Lançado na XII Bienal Internacional do Libro do Ceará e em Aveiro-Portugal. Seu livro infantil “A Vida Colorida de Vitória” será lançado em 2018, como também um cordel sobre a “Discriminação na Raça Negra”. Em andamento seu segundo romance sobre uma sertaneja agnóstica.

Veja a lista dos livros agraciados com o prêmio e serão entregues no Instituto Cravo Albin no Rio de janeiro, nesta quarta-feira.
ANA MARIA PEREIRA/ RJ – Prêmio Maura de Sena Pereira – Poesia – “AS PALAVRAS SOPRAM”, 2016.
BEGOÑA MONTES ZÓFIO/ ESPANHA – Prêmio Geir Campos – Poesia – “PASSAGEM DE VOLTA”, (bilíngue), 2016.
BENEDITO VASCONCELOS MENDES RN- Prêmio Orígenes Lessa – “HISTÓRIA DA MINHA VIDA PROFISSIONAL”, 2016.
DIANA GUENZBURGER/ RJ – Prêmio Mauritônio Meira – Conto – “O FANTASMA DE PAQUETÁ (E OUTRAS HISTÓRIAS)”, 2015.
DOMÍCIO PROENÇA FILHO/RJ-Prêmio Astrogildo Pereira – Crítica/ Crônica-“LEITURA DO TEXTO, LEITURA DO MUNDO”, 2016.
EDSON MONTEIRO/ RJ – Prêmio Moacyr Werneck de Castro – Biografia -“BIOGRAFIA DO SENADOR JARBAS MARANHÃO”, 2016.
ELINALVA ALVES/CE-Prêmio Stella Leonardos-livro infantil-“O CORAJOSO MENINO TORNA-SE PRÍNCIPE NA CIDADE LUZ”,2016.
ELIZABETH GONTIJO/ MG – Prêmio Almeida Cousin – Poesia – “MARCAS D’ÁGUA”, 2016.
EVANILDO BECHARA/ RJ e RICARDO CAVALIERE/ RJ (Editores) – Prêmio Celso Cunha – língua portuguesa –
“CONFLUÊNCIA, Revista do Instituto de Língua Portuguesa”.
FABIO CUPERTINO MORÍNIGO/ RJ – Prêmio Evaristo de Morais Fº – Historiador – “HFSE PROSSEGUE”, 2016.
GASTÃO RÚBIO DE SÁ WEYNE/ SP – Prêmio Dias da Costa – Poesia – “MEUS SONETOS LUSÓFILOS”, 2016.
GILBERTO MENDONÇA TELES/ RJ-Prêmio Rodrigo Octávio Fº- Poesia -“O TERRA A TERRA DA LINGUAGEM”, 2016.
GISLENO FEITOSA/ PI – Prêmio Malba Tahan – “MEDIQUÊS”, 2015.
IGOR FAGUNDES/ RJ – Prêmio Afrânio Coutinho – Ensaio/ Crítica – “POÉTICA NA INCORPORAÇÃO – MARIA BETHÂNIA, JOSÉ INÁCIO VIEIRA DE MELO E O OCIDENTE NA ENCRUZILHADA DE EXU”, 2016.
ÍTALO SUASSUNA/RJ-Prêmio João Condé-Memorialista -“JOÃO CABRAL DE MELO NETO-O OUTRO FIO DA FACA”,2015.
JÔ MENDONÇA/ PB – Prêmio Rodrigo Octávio Filho – Poesia – “POESIAS CANTAM”! , 2016.
LEANDRO FERNANDES/ PI – Prêmio Eduardo Tourinho – poesia – “palavra SERtão”, 2017.
LUIZA LOBO/ RJ – Prêmio Umberto Peregrino – CONJUNTO DA OBRA.
LYDIA SIMONATO/ RJ – Prêmio Alice Leonardos da Silva Lima – Poesia – “DITOS POR NÃO DITOS”, 2016.
MANOEL HERCULANO/ RJ – Prêmio Raul Pedroza – Poesia – “Ô DE CASA – RIO MARANHÃO”, 2016.
MARCELO MOURÃO/ RJ – Prêmio Murillo Araújo – Poesia – “MÁQUINA MUNDI”, 2016.
MARINA G. T. PARANHOS/ RJ – Prêmio Moacyr Félix – CONJUNTO DE OBRA ACADÊMICA.
NÉLIDA PIÑON/ RJ – Prêmio Jorge Amado – CONJUNTO DA OBRA.
REILA GRACIE/ RJ – Prêmio Peregrino Júnior – Biografia – “CARLOS GRACIE – O CRIADOR DE UMA DINASTIA”, 2016.
TÂNIA ZAGURY/ RJ – Prêmio Zora Seljan – CONJUNTO DE OBRA NA EDUCAÇÃO.
TATIANA ALVES SOARES CALDAS/ RJ – Prêmio Saldanha Coelho – CONJUNTO DA OBRA.
TEREZA CUSTÓDIO/ CE – Prêmio Permínio Ásfora – Romance – “BÁLSAMO”, 2017.

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Reitor do @UNIRN Daladier Cunha Lima toma posse terça-feira, 7, na ANL

O reitor do UNIRN é o mais novo imortal da Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANL). Eleito em abril para ocupar a cadeira de nº 3, o professor, médico e escritor Daladier Pessoa Cunha Lima, toma posse no próximo dia 7 de novembro, terça-feira.
A sessão terá início às 19h30, na sede da ANL, na rua Mipibu, 443, bairro Petrópolis.

Daladier é autor dos livros Noilde Ramalho – uma história de amor à educação e Retratos da Vida, além de outras publicações. Este último livro reúne diversas crônicas do autor, publicadas entre 2009 e 2014, no jornal Tribuna do Norte, para o qual escreve desde 2003, abordando temáticas diversas, com referências e homenagens a pessoas, lugares e histórias.

Em sua trajetória de vida foi, ainda, o primeiro reitor da UFRN eleito democraticamente para o cargo, que exerceu de 1987 a 1991. A convite da professora Noilde Ramalho, assumiu a FARN, instalada em 1999, hoje, Centro Universitário do RN.

A cadeira nº 3 tem como patrono o conselheiro Brito Guerra; seu fundador e primeiro ocupante foi o Otto de Brito Guerra, e, até o ano passado, era ocupada pelo acadêmico José de Anchieta Ferreira, falecido em novembro de 2016.

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#Lançamento Romance em formato de fotonovela dos anos 2000 do Jornalista Mário Ivo, 3ª feira. Som do DJ Macacco

Já bem falado e comentado na mídia, o romance ‘Sumidouro do Espelho – fotonovela’ quarto livro do escritor e jornalista Mário Ivo Cavalcanti será lançado na próxima terça-feira (7 de novembro), a partir das 18h, na Confeitaria Atheneu, em Petrópolis.

Um romance que fala de amor, de uma relação moderna e de todo aparato tecnológico usado nos dias atuais para comunicar sentimentos; uma novela sobre um casal em luta amorosa, à procura de se encontrar, e os desencontros gerados por essa busca; uma história de caos e contradições, que permeia boa parte das relações amorosas.

A obra será lançada na próxima terça-feira (7 de novembro), a partir das 18h, na Confeitaria Atheneu, em Petrópolis.
Uma espécie de fotonovela dos anos 2000, que, assim como o amor, tem começo, meio e fim, ‘Sumidouro do Espelho’ mostra, de forma ousada, o universo particular da rotina de um casal que vive uma paixão, e busca, desesperadamente, a felicidade, o prazer, e, por que não, o caos. Narrado pela ótica do protagonista masculino, a história se vale, também, das mensagens trocadas pelo par ao longo da efêmera relação.
A publicação tem prefácio do escritor e tradutor Reinaldo Moraes, autor dos cults ‘Tanto faz’ (1981) e ‘Pornopopéia’ (2009), que diz, sobre o enredo de ‘Sumidouro do Espelho’, se tratar de uma “história de amor bandido, de zoeira lírica, da mais fina sacanagem a céu aberto”, resumindo os mais íntimos momentos dos dois personagens, inclusive na hora do sexo. As fotos e as músicas amparam a história, e o projeto gráfico, inusitado e diferenciado, é da autoria de Dimetrius Ferreira.
Se tivesse de ser enquadrado em algum estilo literário, ‘Sumidouro do Espelho’ poderia se inserir no gênero autoficção, enquanto relato autobiográfico combinado à ficção, mas deixando sempre muitas interrogações na cabeça dos leitores – se a história se trata de algo inventado ou se realmente foi uma aventura vivida pelo autor. Mário Ivo Cavalcanti, aliás, também não faz questão de esclarecer se a brincadeira literária tem inspirações na vida privada. “A partir do momento que se põe no papel, tudo vira ficção, e, no final das contas, este é mais um livro comum, com começo, meio e fim, como toda história de amor. Ainda que aparentemente ousado, não passa de uma história tradicional, que pode ter sido vivida por qualquer um de nós, quando entre quatro paredes”, resume.

VISÃO DO ESCRITOR
Todo o projeto do livro foi estruturado entre o fim de 2015 e o início de 2016 e escrito em apenas 30 dias. O autor até tinha outros projetos – além de editor da novíssima Livros de Papel, que está completando 1 ano, ele estava escrevendo outros dois romances, que deixou temporariamente de lado para se dedicar à Fotonovela. Segundo ele, o livro já nasceu praticamente pronto. “Eu já tinha um fim. Precisava apenas começar, literariamente, do começo, ou seja, escrever ou reescrever, porque, afinal, tudo já estava escrito, a inspiração já tinha acontecido, restava a transpiração – escrever, com prazer, botar os pingos nos is, e o ponto final. De um certo modo, foi uma catarse.”
Questionado sobre o porquê do subtítulo, Mário Ivo explica. “A ideia inicial é que podia ser enquadrado como um romance, até pela brincadeira com o lado ‘romântico’ do tema principal, mas, afinal, como não é tão grande e caudaloso como o gênero literário clássico, muito menos clássico, poderia ser uma novela. E, como as fotos faziam parte, também, da narrativa, adotei o termo ‘fotonovela’, lembrando daquelas revistas tão populares nos anos 1970, e que eu também lia, quando criança, pegando emprestado da minha irmã “.
Paralelamente à carreira de jornalista, Mário Ivo Cavalcanti já havia publicado o romance epistolar ‘Cartas Náuticas’ (2008) e ‘Sexo, Estômago e Memória’ (2016). Um ano antes, o escritor lançara na Feira Plana, em São Paulo, o livro ‘Acho que Não Sou Mulher’, em parceria com a escritora paulistana Juliana Frank. Em 2016, ele também foi um dos 13 convidados para escrever um conto inspirado nas músicas do álbum ‘Cabeça de Dinossauro’ (1986), da banda Titãs, uma homenagem aos 30 anos do disco.
Se canções e referências musicais sobram no livro, não poderia ser diferente no lançamento. A dupla Gustavo Lamartine e Isaac Ribeiro vai tocar a trilha sonora da publicação, com algumas das canções citadas pelo escritor na obra, que vão do jazz de Nina Simone ao rock do Placebo, passando por Jorge Ben Jor. O evento contará ainda com a discotecagem de DJ Macacco, que vai animar a tradicional e boêmia Confeitaria Atheneu, seguindo as pegadas da soundtrack do romance.

SERVIÇO:
Lançamento do livro Sumidouro do Espelho
Data: 7 de novembro
Horário: a partir das 18h
Local: Confeitaria Atheneu – Largo do Atheneu (Petrópolis)
Atrações: Gustavo Lamartine & Isaac Ribeiro | DJmacacco

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Temporada especial de férias começa hoje no @Natal_Shopping

Chegou o tão esperado período de férias, quando crianças e adolescentes têm mais tempo livre e muita energia para gastar. Para quem deseja uma programação legal, o Natal Shopping oferece uma programação com variadas atrações.

Literatura Infantil

Neste sábado, 08, tem início o Projeto Natal Shopping’ Conta um Conto’, que se estende durante todo o mês de férias aos sábados e domingos, com duas sessões de contação de histórias, às 16h e 17h. O projeto é gratuito, fruto da parceria entre Natal Shopping e Book Lovers.
Histórias infantis, acompanhadas por teatro e música serão apresentadas, criando uma oportunidade de incentivar, além do hábito da leitura, a percepção lúdica dos pequenos. O espaço é em frente à loja Cacau Show.
E por falar em literatura, a feira Book Lovers continua em pleno funcionamento na Praça de Eventos do mall. São mais de quatro mil títulos infanto-juvenis que encantam o público com muito aprendizado e imaginação, à venda por preços acessíveis.

Novidade no ar

Outra novidade que chega ao mall para realizar o sonho de pilotar uma aeronave, é o Fly Simuladores de Voo. São três simuladores, localizados próximos ao Café São Braz, que promovem a sensação de pilotar um jato F-5 com altas doses de aventura. A atividade pode ser realizada individualmente ou em equipe, por meio de combates entre os amigos, dando ainda mais emoção à experiência.

Tela animada

Já para quem quer um cineminha, as opções como o “Meu Malvado Favorito 3”, a nova aventura do vilão Gru e de suas filhas, já está em cartaz e tem lotado as salas da Cinépolis. O aguardado “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, que apresenta a nova versão de um dos super-heróis mais amados pelas crianças, também já iniciou sua temporada. Já a animação “Carros 3” tem estreia agendada para a próxima quinta-feira, 13 de julho.

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Feira de Livros no @Natal_Shopping encanta público infantil #programação

Com nova estrutura em frente ao Café do Ponto, feira de livros segue encantando leitores

Amada pelo público do Rio Grande do Norte, a feira de livros “Book Lovers Kids” continua em temporada, agora com nova estrutura, no Natal Shopping.livro natalA feira reabriu a partir desta sexta-feira (28) o espaço dos pequenos leitores para mais uma edição, agora em frente ao Café do Ponto, no segundo piso do mall.

Mais de 100 mil livros e quatro mil títulos infanto-juvenis que encantam o público com muito aprendizado e imaginação continuam à venda por preços acessíveis, para incentivar pais e crianças no hábito e na paixão pelo mundo literário. O sucesso de público e a interação dos pequenos leitores garantiram a prorrogação na temporada da operação.

Painéis e personagens da turma Bicho de Livro convidam o público a conhecer a feira, por meio de quatro seres monstruosamente loucos por livros, que surgem de forma lúdica, literalmente devorando livros. Desenvolvida pela Ponto Cultural, a “Book Lovers Kids” busca criar um mundo encantado dos livros e levá-lo para perto das crianças. A feira segue o mesmo horário de funcionamento do mall.

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Editora @jovens_escribas lança ‘A noite que nunca acaba’ de @Cfialho nesta 5 feira.

A Editora Jovens Escribas promoverá mais um lançamento em Natal na próxima quint-feira, 17. O livro “A noite que nunca acaba” (contos) do potiguar Carlos Fialho terá a companhia de mais dois convidados de outra editora, o paulistano Antonio Prata e o carioca Gregório Duviver com as obras “A “Trinta e poucos” (crônicas) e Caviar é uma ova (crônicas), respectivamente.livro-fialho

O lançamento começa às 18h, no Solar Bela Vista, mas,  um pouco antes, pelas 17h,  os três escritores da literatura brasileira estarão num rápido bate-papo com os leitores sobre os livros e suas crônicas, aberto a quem quiser assistir. Imperdível!

O autor Carlos Fialho @ofiasco

Quando, em 2011, o autor Carlos Fialho, mais conhecido pela publicação de crônicas, lançou um livro de bolso chamado “Uns contos de Natal” na qual apresentava duas histórias divididas em duas partes cada, ficou com uma sensação de que aquelas narrativas não estavam acabadas. Ambas mereciam ser concluídas com um desfecho, compondo trilogias de contos. Foi essa motivação que levou o autor a revisitar aqueles textos e escrever continuações que terminaram por se tornar mais extensas que as primeiras partes somadas, explorando todo o potencial narrativo daquelas ficções passadas numa Natal que só existe na imaginação do cronista/contista. O resultado é um livro de 240 páginas que traz histórias fantásticas de assassinato e uma epidemia zumbi em plena Natal que ora conhecemos, assim como as consequências para nossa sociedade de ambas as situações extremas.

Sinopse dos 7 contos de “Aquela Noite que Nunca Acaba”:

Uma série de assassinatos de estrangeiros que chegaram à cidade para usufruir dos serviços sexuais prestados por menores de idade; a implicação de um grupo de jovens em crimes bárbaros praticados nos anos recentes; a trajetória de uma menina que acabou morta ao tentar sair da prostituição; uma epidemia avassaladora provocada por um vírus haitiano transforma a outrora pacata cidade para todo sempre; um grupo de sobreviventes tenta superar uma situação de confinamento; uma mulher e um homem que tentam viver na traumatizada cidade pós-apocalíptica que lhes foi legada; um homem que prefere enxergar a vida com outros olhos. Histórias que têm ou não relação entre si, narrativas construídas com porções de fantasia e toques de mórbido absurdo, baseadas no impulso de contar uma realidade possível, ainda que pouco provável.

 

Sobre o Autor:

Carlos Fialho tem se notabilizado pela escrita de crônicas, havendo publicado centenas de textos do gênero em jornais, revistas, portais, blogs e reunindo muitos deles em livros que saíram pela Editora Jovens Escribas. No ano de 2011, lançou o livro de contos “Uns contos de Natal” (edição esgotada), demonstrando versatilidade de repertório em sua escrita. As histórias imaginadas para um mundo paralelo em que assassinos em série e zumbis aterrorizaram a cidade hoje conhecida como Natal evoluíram para as narrativas trazidas neste novo livro, “A noite que nunca acaba”. Além desta, outras publicações do autor encontram-se disponíveis nas livrarias: “Crônicas na Escola”, “As Maiores Mentiras do Verão” e “Não basta ser playboy. Tem que ser DJ!”.

 

 

 

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A Feira do Livro transforma Mossoró, de hoje até domingo, na capital literária do Brasil #feiradolivrodemossoro

Aberta hoje pela manhã, a Feira do Livro de Mossoró que completa sua 12ª edição com uma programação que movimentará a cidade até domingo, 21. Lançamentos de livros e cordéis, quadrinhos, apresentações culturais, prêmios, contação de histórias e palestras são algumas das atrações do evento que foi montado na Expocenter.

Mossoró sedia um dos maiores eventos literários do Nordeste.

Um dos destaques da feira, amanhã, às 19h,  será a palestra ‘Organize o seu tempo para a leitura’.
A ideia é levantar a discussão em torno da organização do tempo, foco/produtividade e como organizar livros e documentos.
Carolina é consultora especialista em organização profissional desde 2013, atuando em Natal e em várias cidades do Nordeste. Sua principal função como personal organizer é ajudar as pessoas a diminuir os problemas causados pela falta de tempo e espaço na organização dos ambientes de trabalho ou doméstico.
Graduada em Administração com foco em gestão de projetos, Carolina ampliou seus conhecimentos e técnicas com cursos de comunicação, decoração, teoria e metodologia organizacional.

Link da programação geral  http://migre.me/uHhTQ

Programação de hoje / Quarta-feira – 17/08

– 18:00 feira do livro
APRESENTAÇÃO CULTURAL: “AMOR LIDO AMOR”
Apresentação do Núcleo de Artes do IFRN Campus Mossoró
– 18:30
ENTREGA DO PRÊMIO NINÁ REBOUÇAS
– 19:00
ENTREGA DO IX PRÊMIO COSERN LITERATURA DE CORDEL
– 19:30
BATE-PAPO: O ROMANCE BRASILEIRO
Com João Gilberto Noll e Leila Tabosa

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É hoje! ‘Câmara Cascudo um brasileiro feliz’ chega à 4ª edição.

 A academia Norte-rio-grandense de Letras, em parceria com o Ludovicus – Instituto Câmara Cascudo,  fará um  tributo nesta terça-feira, 19, ao fundador da instituição acadêmica do estado, Luís da Câmara Cascudo.
presidente da ANRL, advogado, poeta e escritor Diógenes da Cunha Lima, lançará a quarta edição do livro  ‘Câmara Cascudo – Um Brasileiro Feliz’,  contemplando novos textos.
     O evento será na sede da Academia a partir das 19h, com  mesa-redonda, exposições e apresentações musicais.cascudo diogenes

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