Faculdade encerra campanha agosto Lilás com palestra “Violência contra a Mulher não tem desculpa”. Hoje, 19h30, na unidade da Zona Norte. #inscriçãogratuita

A faculdade Estácio Zona Norte encerra as atividades da campanha ‘Agosto Lilás’ com  palestra gratuita com o tema: “Violência contra a Mulher não tem desculpa”. O evento acontece nesta quinta-feira (30), às 19h30, nas instalações da faculdade, que fica localizada na Rua Henrique Dias, no bairro Igapó, zona norte de Natal. As inscrições são gratuitas e feitas na hora do evento. O público alvo são as mulheres da região.

Alan Corrêa de Macêdo, coordenador do Projeto  EducaJus, membro do Comitê de Atenção às Mulheres Presas e Egressas do Sistema Prisional do RN – SPM/RN e membro da Comissão do Estudante de Direito – OAB/RN é o palestrante que irá abordar os direitos garantidos às mulheres e quais os mecanismos para reivindicar a efetivação deles.

No Centro de Referência da Mulher Elizabeth Nasser, equipamento da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres (SEMUL), a maioria da demanda é proveniente da zona norte da capital, com cerca de 70% do total.

O Rio Grande do Norte, em relação aos índices de violência contra mulher, tem dados preocupantes: de acordo o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), o estado tem 15 mil processos judiciais relacionados a crimes contra a mulher e é o quinto estado do Brasil com mais casos de violência doméstica. Nos últimos três anos, cresceu o número de mulheres assassinadas. De 2015 a 2017, o percentual de mulheres mortas, em decorrência da violência doméstica, subiu 34,2%.

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Mostra de Marília Bulhões será nesta 5ª feira. A curadoria apresenta 16 telas entre novas e algumas já premiadas internacionalmente.

Natal poderá conferir de perto, nesta quinta-feira (26), na Officina Interiores, a aguardada mostra de Marília Bulhões, artista plástica potiguar com trânsito internacional.

A curadoria do evento apresenta uma ousada composição de 16 obras, extraídas de sua mais recente produção, inspirada em sua estada nos EUA e América Central, nos últimos anos. A maior parte das telas abstratas em acrílico é inédita, mas alguns trabalhos já foram expostos e premiados no exterior, a exemplo de “Corales de Roatán”, que recebeu menção honrosa na IV Bienal – UNAH de Honduras, em 2016, e do díptico exposto no Museu MIN de Tegucigalpa, resultante de sua participação como convidada especial nas comemorações alusivas ao dia internacional da mulher, na capital hondurenha, este ano.

A engenhosa capacidade de criação da artista norte-rio-grandense é atestada por quem entende de arte.
Para a curadora internacional Roxana Martín, que a acompanhou em Washington, D.C.,“Bulhões criou uma paisagem em evolução que pulsa com a energia do Brasil contemporâneo. Seu trabalho tem uma luminosidade que se propaga mesmo em suas tonalidades mais escuras. Ela aplica tinta em camadas, com suaves pinceladas com textura, que destacam a granulação da tela. A cor é transparente e as formas são, ao mesmo tempo, firmes e sutis. Enquanto algumas das pinturas refletem de imediato a tradição, outras são mais ousadas, com a inquietação do desconhecido. Todas conduzem o espectador a um espaço de diálogo e exploração. Trata-se de um trabalho tenaz, maduro, que combina beleza, imaginação e arte.”

O diretor do museu norte-americano AMA (Art Museum of the America), Andrés Navia, também se revelou encantado com as pinturas da talentosa natalense:
“Marília é mestre do detalhe, evidente em suas pinceladas precisas e tratamento impecável da tela. No entanto, percebe-se também um elemento lúdico, resultado de uma união simples e elegante entre esse equilíbrio rigoroso de elementos.”

“Os trabalhos de Marília Bulhões são de uma leveza que quase os tira do chão. Eles perguntam, insinuam, convidam, brincam, lembram, beijam o Brasil. O Brasil não é para ser explicado. É para ser mordido como uma goiaba verde-amarela”, declara entusiasmado o ministro George Torquato Firmeza, Diretor do Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

A mostra, que tem apoio da FastFrame, está sendo organizada pelo StudioTres Arquitetura, escritório que representa a artista no Brasil, e, parte da renda obtida com a exposição, será revertida para a AMICO, instituição beneficente que cuida de crianças cardiopatas.

SERVIÇO:
MOSTRA MARÍLIA BULHÕES
Local: OFFICINA INTERIORES
Av. Hermes da Fonseca, 971 – Tirol, Natal – RN – Brasil
Data: 26 de outubro de 2017 (quinta-feira)
Hora: 19h

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Os poderosos para reduzir o inchaço #alimentosdobem

Você  está se cuidando? Mudou a alimentação e pratica exercícios com regularidade?  Mas, por alguma razão, acordou com a  sensação de inchaço? Relaxe, isso acontece com maioria das mulheres. Se a culpa é a desidratação, do seu ciclo menstrual ou algo que você comeu, a boa notícia é que com as dicas abaixo você pode se livrar da retenção. Basta incluir alguns alimentos poderosos no cardápio noturno. Vamos lá!

1. Pimenta-caiena

Imagem: belezaesaude.com

Imagem: belezaesaude.com

Caiena, jalapeño, habanero. As pimentas aceleram o metabolismo (são termogênicas) e também oferecem antioxidantes e ação anti-inflamatória – ótimo para reduzir o inchaço. Então, aproveite a sugestão para apimentar o seu jantar.

2. Iogurte
Estimular o funcionamento do intestino é apenas um dos benefícios oferecidos ao nosso organismo pelos probióticos – bactérias do bem (entre elas,   ifidobacterium e lactobacillus) que são mantidas vivas durante todo o processo de digestão e, com isso, ajudam a recompor a microbiota, prevenindo infecções intestinais e reforçando as nossas defesas. Elas também ajudam a diminuir o colesterol ruim e aumentar a absorção de vitaminas do complexo B, além de amenizar os sintomas de sensibilidade à lactose. Substitua a sobremesa açucarada por uma taça de iogurte com frutas.

3. Gengibre
São duas as substâncias responsáveis pela ação termogênica dessa raiz: gingerol e sogaol.  Bônus: impede a formação de gases. Pode ser consumido até por mulheres gestantes para combater o enjoo. Como usar: fresco (ralado, espremido ou em pedaço) e em pó, no molho para salada, no refogado de legumes, nos sucos e chás.

4. Banana
As fibras solúveis da banana formam uma espécie de gel que preenche o estômago, espantando a fome por um bom tempo. Além disso, a fruta estimula o funcionamento do intestino e combate a ansiedade e o mau humor. É um alimento que combina doses importantes de vitamina B6 e triptofano – substâncias que, juntas, aumentam a produção de serotonina, o neurotransmissor do bem-estar. E, feliz, a gente resiste melhor aos doces. Você malha? Mais um motivo para apostar na banana. Lotada de potássio, melhora o poder de contração dos músculos, aumentando sua performance e, de quebra, a queima de calorias.

5. Limão e suco de limão
Sim, o velho truque da água de limão realmente funciona.  “O limão tem ação alcalinizante e, por isso, deixa o pH do sangue e de outros líquidos corporais menos ácidos. Isso favorece o funcionamento do metabolismo e do organismo como um todo, limãofacilitando a perda e a manutenção do peso. O intestino também passa a funcionar a todo vapor e o fígado trabalha melhor”, ”, afirma a nutricionista Daniela Jobst, de São Paulo.

6. Alho
Ótima arma contra as células cancerígenas, ele também estimula o detox no organismo. Além disso, o alimento possui alicina, substância antifúngica que reduz o colesterol e a pressão arterial. Dica para deixá-lo mais poderoso: consuma cru.

7. Melancia e melão
Carregada de fibras e água, desincha e limpa o organismo. Para oferecer um efeito diurético ainda mais eficiente, você pode bater a fruta com as sementes e coar o suco. Já o melão é composto de 80% de água. Ou seja, hidrata mesmo quando consumido aos pedaços. Se você preferir transformá-lo em bebida vá em frente, mas evite coar para não eliminar as fibras, que garantem o poder da fruta em eliminar toxinas e a desinchar, o que ajuda muito na conquista de uma barriga mais lisinha.

Via Boa Forma

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8 de março, um pouco da história que marca o dia especial dedicado às mulheres.

Imagem: Graciema Carneiro Flor do agrete potiguar. Monte das Gameleiras.

Imagem: Graciema Carneiro
Flor do Agreste Potiguar – Monte das Gameleiras.

História do 8 de março

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

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