Em debate! Anvisa discute mudanças em rótulos de produtos para população comer melhor.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), planeja novas mudanças nos rótulos dos produtos alimentícios. A intensão da agência é deixar mais claro para o consumidor à identificação dos componentes utilizados nas embalagens e rótulos. Uma das mudanças previstas é exigir a utilização de cores e formas geométricas para evidenciar a presença da grande quantidade de componentes que podem fazer mal à saúde.

O nutricionista Alexandre Neves, do Hapvida Saúde, considera a mudança positiva. “Com a mudança, o mercado pode diminuir o excesso de ingredientes que são vilões na alimentação, como excesso de sódio e gorduras”, explica.

O uso de figuras geométricas e cores vão indicar algumas substâncias perigosas como destaca o profissional. ‘‘A mudança na tabela nutricional será identificada em vermelho, por exemplo, a grande quantidade de sódio. Está também na classificação com essas novas determinações o alto teor de gorduras saturadas’’.

A novidade que está em debate e, nos próximos meses, disponível para consulta pública, pretende auxiliar o consumidor na leitura dos rótulos.

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Você sabe a diferença entre intolerância à lactose e à alergia ao leite? Veja alguns produtos para consumo.

A alergia ao leite, conhecida por APLV (Alergia à Proteína do Leite de Vaca), e a intolerância à lactose atingem muitas pessoas no mundo todo, inclusive crianças, e é muito comum confundir ambas as reações, mas há diferenças entre as manifestações.

Aqueles que são alérgicos ao leite reagem negativamente às proteínas do leite, principalmente às do coalho (chamada caseína) e às do soro (denominadas alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina). Segundo a nutricionista Lara Natacci, da DietNet, os principais sintomas de um alérgico são vômitos, cólicas, diarreia, dor abdominal, prisão de ventre e até sintomas mais intensos, como problemas cutâneos e respiratórios.

Já os intolerantes à lactose têm dificuldade em digerir e absorver o açúcar do leite (lactose), devido à diminuição da produção ou ausência de lactase (enzima que digere a lactose) em seus organismos. As reações podem ser diarreia, cólicas, gases, distensão abdominal (barriga estufada) e podem ocorrer logo após a ingestão de um alimento que contenha lactose.

De acordo com Lara, “a intolerância à lactose pode ser herdada ou desenvolvida ao longo da vida. Além disso, ela ocorre em diversos níveis, podendo durar a vida toda ou apenas um curto período”.

Para a nutricionista, é fundamental que os alérgicos ao leite e intolerantes à lactose se certifiquem da composição do alimento, “A melhor maneira de se certificar que um alimento realmente não possui lactose e leite é observando atentamente o rótulo”.

Hoje em dia, muitos produtos oferecem opções lac free. E existem alimentos que, naturalmente, não possuem lactose e podem substituir aqueles que contêm essa substância.

Confira abaixo 6 alimentos zero lactose e sem leite, que podem ser boas alternativas:

1. Cacau em pó
O cacau em pó pode ser o substituto do chocolate nas suas próximas receitas por não ter a adição de leite em sua composição.

2. Creme vegetal
Feito à base de óleos vegetais, contém gorduras “boas”, que podem ser ótimas aliadas da saúde. Atente-se ao sabor manteiga, que possui traços de leite.

3. Bebidas à base de soja
Naturalmente sem lactose, as bebidas à base de soja são fonte de proteína de alta qualidade e contêm vitaminas e minerais. São boas opções para compor shakes e vitaminas nutritivas.

4. Maionese
Rica em gorduras boas, é composta principalmente de ovos e óleo, por isso, não possui lactose.

5. Picolé de fruta
A base dos picolés de frutas é feita de água. Porém, é importante checar o rótulo do produto, para ter certeza de que não há traços de leite.

6. Bolos à base de óleos vegetais. Saber a procedência do produtor e conferir os ingredientes.

VIA Vida plena e Bem estar

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A doença do século pode ser combatida por uma alimentação rica em folhas verdes e peixes, além de fibras.

A depressão se alastra pelo mundo sem escolher classe social, sexo ou idade. A classe médica já reconhece que uma boa nutrição fortalece e é imprescindível para os bons resultados ao tratamento.

No último Congresso da Associação Americana de Psiquiatria, houve um módulo todo dedicado a esse tópico. Durante sua exposição, o psiquiatra Drew Ramsey, professor da Universidade Colúmbia, nos Estados Unidos, chegou a apresentar uma escala de nutrientes cruciais na prevenção e no combate ao distúrbio.

Segundo ele, Ômega-3, magnésio, fibras, zinco, ferro, além das vitaminas C, B1, B9 e B12 devem ser os destaques à mesa para espantar o já chamado mal do século – a cada ano, 100 milhões de pessoas desenvolvem sintomas evidentes da doença. Resumindo, o expert apoia uma dieta rica em folhas verdes, oleaginosas e peixes. “Em alguns estudos, a comida correta diminuiu em 50% o risco de depressão”, conta Ramsey.peixes

De fato, as provas de que a cuca sofre se não prestamos a devida atenção nos alimentos estão cada vez mais fortes. De acordo com a nutricionista e mestre em neurociências Selma Dovichi, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), quando o fornecimento de nutrientes é reduzido, o sistema nervoso, esperto que só, até adota meios alternativos para manter as obrigações em dia. “Mas ele não consegue realizar todas as atividades normalmente”, nota.

Entre as tristes consequências disso estão a menor oferta de neurotransmissores e falhas na comunicação entre os neurônios. São alterações que, segundo a professora, elevam a probabilidade de enfrentar desordens mentais, como a própria depressão.

O padrão alimentar que se sobressai contra as sombras da melancolia é a célebre dieta mediterrânea, farta em pescados, nozes, cereais, grãos integrais, vegetais em geral e azeite de oliva. Ela é a estrela de uma longa investigação com cerca de 7 400 participantes, o estudo espanhol Predimed.oleaginosas

O trabalho é focado em doenças cardíacas, mas os autores também coletaram dados acerca da depressão. Ao se debruçarem especificamente sobre esse recorte, estudiosos da Sociedade Internacional para Pesquisa em Nutrição Psiquiátrica (ISNPR, na sigla em inglês) notaram um vínculo nítido entre o menu mediterrâneo e a prevenção do transtorno mental – especialmente entre diabéticos.

“Uma dieta de melhor qualidade tem sido constantemente associada a um menor risco de depressão”, atesta Felice Jacka, presidente da ISNPR e diretora do Centro de Alimentação e Humor da Universidade Deakin, na Austrália. Para ter ideia de quão palpitante está a área, a ISNPR já marcou para julho de 2017, em Washington, a capital americana, o primeiro congresso internacional para discutir a influência da alimentação nas desordens psiquiátricas. Mais uma prova de que a cabeça tem mesmo suas demandas à mesa.

O ponto forte de uma rotina alimentar equilibrada é evitar que o organismo fique sob estado de inflamação. “Nesse cenário, há a inibição do chamado fator neurotrófico, responsável por estimular a formação de novos neurônios”, explica o médico Sérgio Tamai, da Associação Brasileira de Psiquiatria. Vários experimentos indicam que irregularidades nesse processo (a neurogênese, para os íntimos) incitariam abalos depressivos.

Certos nutrientes têm afinidade especial com a massa cinzenta. O ômega-3, a gordura boa dos peixes, por exemplo, não foi citada à toa na escala do professor Ramsey. Ela é caríssima aos neurônios. Isso porque a membrana deles é formada por ácidos graxos, nome técnico das gorduras.

Se elas forem benéficas, como o festejado ômega-3, essa estrutura se torna mais fluida. “Com isso, as células nervosas se comunicam com facilidade”, esclarece a nutricionista Mariana Passadore, professora do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo. Algumas pesquisas até sugerem que, em casos graves de depressão, a suplementação dessa gordura seria bem-vinda.

“Também está claro que a deficiência de vitamina B12, encontrada em carnes, e de ácido fólico, presente em frutas e verduras, é ligada a manifestações depressivas”, informa Tamai. O psiquiatra conta que, às vezes, é preciso mesmo recorrer às cápsulas para corrigir essas falhas.

Depois, dá-lhe dieta! Mais um nutriente que merece menção é a vitamina C. No Laboratório de Neurobiologia da Depressão da Universidade Federalde Santa Catarina (UFSC), a equipe liderada pela farmacêutica Ana Lúcia Rodrigues viu que o nutriente não só otimizou a atuação de remédios antidepressivos como isoladamente teve um efeito pró-humor em animais. Em pessoas deprimidas, provavelmente as doses necessárias para isso teriam que ser maiores do que as obtidas por meio da comida. “Mas, para evitar esses sintomas, podemos focar na alimentação”, afirma Ana Lúcia.

“Sempre é vantajoso manter bons hábitos alimentares”, ressalta Gary Wenk, professor de psicologia e neurociências da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos. Para o autor do livro Your Brain on Food (“Seu cérebro sob a ação da comida”, em tradução livre), os suplementos tendem a ser inúteis em termos de prevenção.

É que o cérebro não responderia a um excesso de vitaminas, minerais e companhia. Por outro lado, Wenk reforça que a massa cinzenta se ressente com a ausência de nutrientes críticos. Os carboidratos estão na lista. Afinal, eles se transformam em glicose, que dá energia para a cachola funcionar. Dietas que restringem esse nutriente causam um estresse gigante para o organismo”, assegura Mariana. A melhor versão é aquela detectada em frutas, oleaginosas, grãos e cereais integrais.

Alimentos mais naturais e integrais calham de ser cheios de fibras, que também prestam serviço à nossa cabeça. Só que a ação não é tão direta. Ocorre que essas substâncias influenciam, lá no nosso ventre, a composição da microbiota intestinal, deixando-a com um perfil de bactérias positivo.

E já existem evidências contundentes de que povoar a flora com moradoras, digamos, bondosas, não só fortalece o sistema imunológico como favorece o bem-estar cerebral. Acha que é exagero? Pois já se realizou uma experiência em que as bactérias localizadas na microbiota de um sujeito depressivo foram transferidas para o intestino (até então estéril) de um camundongo. “O bicho passou a ficar depressivo”, conta Ana Lúcia.

O lado triste do cardápio

Tem uma situação que acaba com a felicidade dos entendidos na área. Não bastasse as pessoas deixarem a desejar no consumo de itens saudáveis para a cuca, elas ainda se empanturram de tranqueiras. “Dietas pró-inflamatórias, com alto consumo de açúcar, sal, alimentos refinados e gordura saturada, contribuem para o surgimento de sintomas depressivos”, avisa a farmacêutica da UFSC. Ou seja, encher a fruteira sempre é bacana. Mas também é preciso maneirar em algumas coisas.

Uma dieta com características inflamatórias é tão nociva que as consequências parecem ultrapassar gerações. Quem está de olho nisso é o nutricionista Cristiano Mendes da Silva, do Laboratório de Neurociência e Nutrição da UNIFESP, campus Baixada Santista.

Após oferecer uma dieta rica em gordura saturada a cobaias durante a gravidez ou a amamentação, ele percebeu que o cérebro dos filhos saiu prejudicado. “Além de atraso no desenvolvimento de certas habilidades, notamos um comportamento mais propenso à depressão”, revela o estudioso. Detalhe: ao contrário das mães, os filhotes não se entupiram de gorduras.

Felice, da ISNPR, encontrou a mesma conexão em um estudo com mais de 20 mil mulheres e suas crianças. “Os filhos daquelas que tinham uma dieta desequilibrada na gestação apresentavam mais atitudes relacionadas a desordens mentais”, descreve. “Entender isso é importante se quisermos prevenir tais doenças”, afirma. Para ela, tem mais uma história que carece de apuração urgente: o papel da comida de verdade no decorrer do tratamento da depressão.

A expectativa é alta nesse campo. Em um estudo realizado nos Estados Unidos, cientistas recrutaram gente mais velha com sintomas depressivos para testar uma nova forma de psicoterapia. “Em geral, essas pessoas têm um risco cerca de 4,5 vezes maior de enfrentar a depressão propriamente dita”, contextualiza Felice.

Acontece que os autores do trabalho decidiram comparar a tal terapia com um aconselhamento dietético – eles achavam que as visitas ao nutricionista seriam infrutíferas nessa situação. Pois a equipe ficou chocada ao descobrir que modificações à mesa foram tão eficientes quanto a psicoterapia para brecar o avançar da doença.

Agora, Felice dá um passo além. A especialista contou à SAÚDE que realizou a primeiríssima pesquisa no mundo que visa responder se a dieta beneficia pessoas já deprimidas. E os resultados surpreenderam: “Uma dieta próxima à mediterrânea foi altamente bem-sucedida em melhorar a depressão. Estamos animados com os resultados”.

Quem passa por períodos negros também deveria estar. “Seguir uma alimentação saudável certamente dará ao indivíduo recursos extras para sua recuperação”, avalia Selma. Não significa que os remédios iriam para escanteio. Mas, combinados a nutrientes especiais, talvez eles funcionem mais rápido e melhor. Em uma doença limitante como essa, qualquer luz que ajude a sair das sombras é motivo para comemorar – ainda mais se a estratégia em si for uma fonte de prazer.

Via Revista Saúde

 

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Receita ao vivo Da_Lelena no TUDO @PriscillaFreire nesta 4 feira, 13h @recordtvoficial

O Programa TUDO com Priscila Freire desta quarta-feira, 01 de março, vai exibir uma receita, ao vivo, feita pela empresária  Da_ Lelena Refeições Saudáveis. Não percam, 13h, na Record TV.IMG-20170228-WA0002

A receita é prática e todos podem fazer em casa. Mas para quem não tempo, a opção em ter alimentos já no ponto para consumo faz com que esse mercado de comida pronta, cresça e abasteça clientes exigentes que primam por uma alimentação saudável.

Seguir uma vida saudável a partir de uma boa escolha alimentar aliada à prática de exercícios físicos é um estilo de vida. Mas, para aderir a essa tendência, alguns cuidados devem ser tomados, principalmente uma consulta ao médico e/ou  à uma nutricionista.

Vários fatores podem alterar o metabolismo de cada um. O que pode ser excelente para um  indivíduo, não, necessariamente, irá beneficiar o outro. O que deve ser levado sempre em consideração, segundo a empresária de refeições saudáveis, Helena Carneiro Nigro,  é a busca do equilíbrio entre o corpo e a mente. “Ter consciência de uma alimentação saudável é aderir a um estilo de vida que garantirá uma vida plena com menos tratamentos medicamentosos, porém, a orientação médica é fundamental para o início e o acompanhamento” ressalta Helena.

Há dois anos no mercado, Da_Lelena já atende à uma clientela formada, em sua maioria, por mulheres entre 20 e 45 anos. Um grupo que tem uma rotina dinâmica, com meta em se alimentar direito, na hora certa e com a garantia de ter um sabor aproximado ao tempero de casa. Conseguir tudo isso em meio às atividades de trabalho, sem contar  com o trânsito que impede o retorno nas horas das refeições, assistência aos filhos e outros fatores, fazem  Da_Lelena uma opção prática.

O produto é bem aceito não só pelo sabor, mas também pelo formato e a logística.  São cerca de 60 combos congelados entregues semanalmente aos clientes que por sua vez são estimulados pelo cardápio postados nas redes sociais. Há também os cardápios personalizados para clientes oriundos de nutricionistas, com restrição ou quantidades a serem reformuladas.

Esse segmento cresce junto à filosofia do consumo de alimentos selecionados nos quais os funcionais fazem parte do cardápio aliados à culinária tradicional. Helena cita alguns temperos usados como gengibre, açafrão, pimenta, alecrim . Mas para a farmacêutica “Da_Lelena tudo menos é mais”, e acrescenta “O grande desafio é agradar através do paladar e alcançar o nível acertivo das calorias, além de elaborar um cardápio semanal atrativo e gostoso para os clientes alcançarem os resultados”, revela.

Farmacêutica de formação, Helena também é universitária do curso de  Nutrição pela UFRN e já fez alguns cursos de gestão para se profissionalizar e atender melhor esse mercado.

A ideia em criar a empresa surgiu naturalmente pela demanda.  Ela conta que há dois anos fez uma reeducação alimentar.  “Comecei a fazer pra mim, depois minhas primas e algumas amigas que provavam, gostavam e pediam. O resultado foi logo aparecendo, emagrecemos e estávamos super bem. Pesquisei, me aprimorei e aumentei as quantidades. O boca a boca foi muito importante no início até cair no gosto de algumas blogueiras fitness que gostaram e postavam as ‘delis’  em seus perfis” relata.

Helena se identificou com o negócio de refeições saudáveis

Helena se identificou com o negócio de refeições saudáveis

E continua “Comecei em casa, mas já tenho espaço próprio e com uma aceitação que só me deixa feliz e com a certeza que estou num negócio bom”. E acrescenta  “A paixão pela cozinha vem das bizavós, avós e mãe. Sempre a culinária fez parte da minha vida. Adoro cozinhar.” finaliza.

 

 

 

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Capitão Styvenson de dar água na boca… Confira!

Capitão Styvenson é atração da Semana FIT nesta quinta-feira (09)

O Capitão Styvenson Valentim, que ficou famoso por sua atuação à frente das blitzen da Lei Seca no Rio Grande do Norte, será a atração da Semana FIT, nesta quinta-feira (09) a partir das 19h. Ele irá revelar seus dotes culinários para a plateia, junto com a nutricionista Rayane Cunha – Chef Fits.

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Abafando com seus dotes culinários. Foto: Divulgação.

O capitão irá mostrar o passo a passo de uma receita especial de panqueca. A Semana FIT acontece no Natal Shopping desde ontem e vai até  até 17 de fevereiro.

Uma estrutura foi montada  no segundo piso, em frente ao Café São Braz, onde acontecem palestras, oficinas, aulões e outros eventos especiais.

Além das oficinas culinárias, a Semana FIT ainda tem combos a preços especiais nos restaurantes, cafés e lojas especializadas do mall. Os clientes também terão a oportunidade de suar a camisa com os aulões de Dance Mix, Funcional e Zumba da Academia Fórmula.

As inscrições para os eventos da Semana FIT são gratuitas, mas com vagas limitadas. Para garantir a participação, basta procurar o Concierge ou entrar em contato através do telefone (84) 3209.8199 ou pelo WhatsApp (84) 98107.6665.  As novidades sobre o evento podem ser acompanhadas pelas mídias sociais do Natal Shopping e no Instagram oficial da Semana FIT, @semanafit.

Confira abaixo a programação de palestras e aulões:

09/02 (quinta-feira)

17h30 –  Nutricionista Marina Pantorja do Flor de Sálvia

19h – Capitão Styvenson Valentim cozinhando com a nutricionista Rayane Cunha – Chef Fits

10/02 (sexta-feira)

 17h30 –  Nutricionista Carolina Nóbre – Leve Gourmet

17h45 – Aulão de Dance Mix com Gabriel Lopes (Academia Fórmula) – Deck Park (Piso D8)

19h – Nutricionista Eliane Martins – Ello Orgânico

11/02 (sábado)

 16h – Aulão de Funcional com Ivan Júnior (Academia Fórmula) – Deck Park (Piso D8)

17h – Aulão de Zumba com Alanilson Silva (Academia Fórmula) – Deck Park (Piso D8)

17h30 – Nutricionista Mariana Franca – Beet Alimentação Saudável

19h – Nutricionista Pascale Elke – Ponto Natural

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Abertas as inscrições para o Seminário de Atualização em Nutrição. Parceria do @UNIRN e Conselho Regional de Nutrição, 6ª feira, 29

Abertas as inscrições para o Seminário de Atualização em Nutrição. O evento é realizado através do  Centro Universitário do Rio Grande do Norte em parceria com o Conselho Regional de Nutrição -CRNnutrição.

O evento acontecerá na próxima sexta-feira, 29, acontece no Auditório Central da instituição, das 14h às 18h.

Os interessados devem se inscrever através do telefone do CRN – 3211 8193, no horário das 13h às 17h. A inscrição será consolidada mediante 2 quilos de alimentos não perecíveis.

Confira a programação:evento

14h –      Credenciamento
14h40 – Abertura: Ações do CRN-6
15h –      Palestra: Exercício Profissional nas Dietas da “Moda”  com Leopoldina Sequeira, nutricionista conselheira do CRN
15h50 – Palestra: Rotulagem de Alimentos e o Guia Alimentar para a População Brasileira com Rosário Spindola, nutricionista conselheira do CRN
16h40 – Intervalo
17h – Palestra: Atuação do Nutricionista nas modalidades Olímpicas com Érika Melo, nutricionista e professora do UNI-RN
18h – Encerramento.   

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