#Protesto Sentinelas de Cristo levantam acampamento da Ponte Newton Navarro nesta 6 feira, 5, e vão entregar a responsabilidade das vítimas de suicídio ao poder municipal.

Um protesto em frente ao Palácio Felipe Camarão, sede da Prefeitura de Natal, será realizado às 16h dessa sexta-feira, 5, pelo grupo Sentinelas de Cristo da Assembleia de Deus de Natal, liderado pelo Pastor Rubens Medeiros. Eles vão encerrar as atividades após 76 dias de acampamento na Ponte Newton Navarro e, em seguida, irão entregar a ação protocolada pelo juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, junto ao Ministério Público que diz que a iluminação, a rodovia asfáltica e o gradil são de responsabilidade do poder municipal.

Barraca de apoio. Estrutura mínima para manter o movimento organizado.

Apesar do documento ser do conhecimento do poder público, novamente será endereçado ao prefeito Álvaro Dias para tomar a responsabilidade dos atos pela falta de ações preventivas.

 

São mais de 200 vidas salvas, desde o período da Semana Santa, quando o pastor Medeiros acampou sozinho e, aos poucos, os seguidores do seu ministério foram se juntar à causa que já tem um índice alarmante. A experiência como militar ajudou o pastor a limpar a área e organizou o movimento que ecoou através mídias sociais para alertar a população a cobrar providências ao poder público.

O pastor Rubens, natalense, 43 anos, afirmou ao blog do aviso que ele mesmo deu ao representantes municipais “Onze dias antes da nossa saída, já estou avisando para não pegar ninguém de surpresa”.   Preocupado com o que pode acontecer, uma vez que, segundo ele, já mostrou como se faz para evitar os suicídios depois da experiência vivenciada nesse período enquanto não se faz a grade de proteção.

E complementa “Se o poder público é omisso e não quer fazer nada, a população viu nossas ações e sabe o que pode ser feito, uma vez que a ponte foi construída sem esse cuidado”, e acrescenta “A solução, por enquanto, é manter uma equipe de segurança 24 horas até a chegada do gradil e das câmeras”. Mas, o problema deve ser encarado como saúde pública, o pós-trauma das vítimas merece tratamento médico e da rede de assistência social.

As famílias da grande maioria são contactadas após o socorro e, segundo uma das coordenadoras, Elisangela Leonez, 33 anos, consultora de vendas, residente em Parnamirim, que largou temporariamente sua vida particular para abraçar o projeto, elas se enchem de emoção e surpresa, mas algumas não querem mais voltar ao lar e pedem proteção, afirmou Elisangela.

Elisângela Leonez, Tudo pela fé em Deus e muito amor.

As vidas salvas pelos voluntários que se revezam dia e noite em prontidão com rádios de comunicação (vale lembrar que são emprestados) para qualquer ocorrência, são acolhidas no local com muito cuidado, com louvor e fé, além de muita conversa e até força física, como já teve um caso do suicida que puxou uma faca para impedir que o sentinela se aproximasse. Mas foi salvo graças a Deus, relata Elisangela.

E com muita emoção, ela conta  a saga do líder religioso, desde a chegada à ponte e também de todo o grupo.  E aproveita para agradecer nessa reta final do acampamento a todos que contribuíram, hoje, mais de 30 voluntários permanentes, além das pessoas e empresas que doaram equipamentos, mantimentos, roupas, sapatos, água e tudo que foi preciso para manter a estrutura improvisada. “Deus foi misericordioso e não nos deixou faltar nada, nem acontecer nada de mal com ninguém que veio com apenas com o coração para doar amor. Muitas noites sem dormir, o medo por vezes queria tomar conta, mas não temos o que reclamar, só agradecer a oportunidade de ajudar”, finaliza a comerciante.

São muitos relatos, histórias de vidas que se restauraram após a tentativa de colocar um ponto final ao viver, pessoas que voltaram por gratidão e até outras que ficaram no acampamento para ajudar.

“Ninguém foi qualificado para o atendimento, todos fazem com amor no coração e muita fé em Deus, continua Leonez. “O desespero, no começo era grande quando só tínhamos um sentinela, pois teve alguns casos que tivemos que chamar a polícia. Tiveram que amarrar a vítima para não se jogar. Graças a Deus tivemos um final feliz”.

Apenas uma vida perdida, entre mais de duzentas salvas. Ela conta o quanto é importante a presença humana para impedir o desfecho.  “No segundo dia de acampamento, quando só dois sentinelas estavam para cobrir a ponte toda, houve a perda de uma vida por não termos gente suficiente naquele momento. “Não deu tempo chegar junto e a frustração tomou conta, mas celebramos as centenas de outras salvas” conta Elisangela.

Davi, um dos mascotes das vigílias

Entre os voluntários, tem crianças, jovens, e também de alguns psicólogos que dão apoio gratuito às vítimas que, em sua maioria, são pessoas com problemas de relacionamento e que não enxergam alternativas para continuar a viver. O uso de drogas e depressão também estão na lista dos motivos.

Eveline é voluntária da cozinha e também sentinela.

Uma voluntária que chamou a atenção é Eveline Cavalcante, 33 anos, grávida, voluntária da cozinha. Mãe de duas filhas, de 15 e 17 anos.  Ela se submeteu por mais de 60 dias, a sair de casa para dar plantão de sentinela e também ajudar a fazer a alimentação das pessoas do acampamento. Um sorriso vibrante para quem tem amor ao próximo dado às 9h45, após mais de 24h de trabalho não é pra todo mundo. E conta que entre um cochilo e outro na barraca, ela preparou vários lanches, jantar e almoço da turma que não brinca em serviço. “É muito gratificante, graças a Deus não sinto nada da gravidez para impedir que eu venha ajudar, seja lá em cima como sentinela ou aqui na cozinha”.  Eveline também comentou que teve uma experiência muito marcante quando estava lá em cima da ponte no posto de sentinela. Conta que teve que se agarrar, usar da força física com um homem bastante jovem e forte que já estava com a perna passada sobre a mureta para se jogar. “Foi uma sensação muito boa e emocionante, consegui salvá-lo com a ajuda de outro sentinela que veio em meu auxílio”, relata Eveline.

 

Outro exemplo significante vem de Luciano Bruno, de 21 anos, morador do bairro de Pajuçara.   “Estava passando por um momento muito triste, pensamentos negativos que me deixavam deprimido, sem vontade de viver desde que minha mãe morreu há cinco anos. Conflitos com meu pai que casou novamente e minha madrasta não se dá comigo, fizeram eu sair da minha casa, no bairro de Mãe Luiza e, hoje, moro com minha irmã na Zona Norte. Ela é casada, e, sem emprego, fico muito desconfortável sem poder ajudar”.

Bruno Luciano, 21 anos, exemplo de uma nova vida no acampamento.

Contou que estava a caminho do Morro de Mãe Luiza, a pé, pela Ponte Newton Navarro, chorando, em companhia dessa tristeza que tomava conta do coração e a única coisa que restava era o projeto Filhos de Mãe de Luiza, de Ventura, do qual atua como voluntário, professor de surf. “Quando ainda estava na primeira torre da Ponte, ouvi uma voz conhecida… E aí barão de guerra, quanto tempo que não te vejo… onde andas? Nunca mais vi você no morro. Era Tocha, meu amigo das antigas que dava plantão na Ponte. Contei que estava morando em Pajuçara e que estava a caminho do Morro para dar aula. Ele falou um pouco do que fazia e eu continuei. Já na volta, ele ainda estava na Ponte,  me chamou e perguntou se estava trabalhando, estudando e me convidou para ser voluntário como sentinela. Fui no primeiro dia. No segundo fui e estou aqui até hoje, quase dois meses. Durmo e acordo aqui. Sou atleta e voltarei a treinar e já me sinto outra pessoa por todos que aqui passaram e precisaram da minha ajuda”. Bruno tem experiência em auxiliar de cozinha e barman, está otimista e com fé em Deus. A experiência no acampamento fez ele perceber que a vida tem alegria e frustrações,  já perdoou o pai e agora vai tocar a vida em busca de um emprego.

O grupo se manteve até o momento através de doações das pessoas e de entidades, comovidas e impactadas pelo crescente e assustador número de pessoas que perdem a vida em um momento de desespero, falta de fé e esperança.

Grupo de voluntários

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Ponte Newton Navarro está localizada na cidade de Natal, capital do estado brasileiro do Rio Grande do Norte foi construída em 2007. Ela liga os bairros da Zona Norte de Natal e os municípios do litoral norte do estado aos bairros da Zona Leste de Natal e do litoral sul, além de outras regiões da cidade passando pelo Rio Potengi.

 

 

 

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Congresso Nacional de Segurança do Trabalho reúne profissionais para debaterem os altos índices de acidentes em clínicas e hospitais. O RN, segundo MT, tem o maior índice de notificações.

 

O assunto abriu hoje o ciclo de palestras do Congresso Nacional de Segurança do Trabalho

Os ambientes hospitalares são hoje no Rio Grande do Norte os que apresentam maior índice de acidentes de trabalho, 11,49% das notificações estão nesse setor, segundo dados do Ministério do Trabalho.  Os acidentes mais comuns são provocados por materiais perfurocortantes. O assunto foi destaque hoje pela manhã, no 27º Congresso Nacional de Engenharia do Trabalho, que acontece até amanhã, na Escola de Governo, em Natal e reúne cerca de 400 pessoas da área.

“Hepatite e HIV são exemplos de doenças de caráter ocupacional que podem se manifestar em trabalhadores que têm contato com fluidos humanos contaminados”, alerta a palestrante portuguesa, engenheira do trabalho Marta Jorge de Vasconcelos.  Ela complementa que o estetoscópio, tão utilizado pelos médicos, é o instrumento mais contaminado nos ambientes de saúde.

O Congresso Nacional de Segurança do Trabalho segue hoje à tarde com as seguintes palestras:

14h às 15h40:

– A segurança do trabalho do empresário na ótica da construção civil. Painelista: Ricardo César Lianza Lombardi Júnior – Brasil

– ENGENHARIA DE CLIENTES – Como Vender Seu Serviço e Produto no Mercado da Engenharia. Painelista: Pedro Rosas – Brasil

– Do Ensino a Profissão – Desafios da Engenharia de Segurança no Trabalho em Portugal. Painelista: Helder Simões – Portugal

– Realidade e Desafios da Educação na Área de Engenharia de Segurança do Trabalho. Painelista: Celso Atienza – Brasil

16h às 17h30:

– O ESocial e a Preparação Para os Eventos de SST. Painelista: Audenor Marinho de Almeida – Brasil

– A Elaboração do PPRA em Observância aos Parâmetros do E-social. Painelista: Luiz Alexandre Mosca Cunha – Brasil

– Desafios da Segurança e Saúde no Trabalho no âmbito da Auditoria Fiscal do Trabalho. Painelista: Carlos Fernando da Silva Filho – Brasil

– A Saúde e Segurança do Trabalho e a Atuação do Ministério Público do Trabalho. Painelista: Luiz Fabiano Pereira. – Brasil

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#cúrcuma A especiaria rica que faz bem ao corpo e cérebro.

Imagem: carlosdelacalle

Cúrcuma, a raiz também conhecida como açafrão-da-terra, tem propriedades anti-inflamatórias. A principal responsável por essa ação é a curcumina, o pigmento que dá a cor amarelo-ouro à cúrcuma. Ela também diminui a irrigação sanguínea no tecido adiposo, enfraquecendo a reserva de gordura. Bônus: faz bem para a pele, além de diminuir o crescimento de bactérias e fungos, que provocam doenças. Ainda não está convencida? Confira outras razões para inclui-lo na dieta:

1. Reduz a inflamação no organismo
Usada na culinária indiana, o extrato de cúrcuma (ou açafrão-da-terra) é um tempero com propriedades anti-inflamatórias. Estudos mostram que essa substância aumenta a resistência das células aos danos oxidativos, além de reduzir os processos inflamatórios no organismo. O consumo desse extrato ainda inibe o crescimento de bactérias, parasitas e fungos, que provocam doenças.

2. Protege o coração
A cúrcuma evita o acúmulo de colesterol “ruim”, o que protege o coração e evita que você tenha um ataque cardíaco ou derrame. Além disso, a ciência descobriu que a curcumina reduz o risco de insuficiência cardíaca.

3. Diminui o risco de câncer
Embora as pesquisas estejam em seus estágios iniciais, a capacidade da cúrcuma prevenir ou tratar o câncer é relevante. Um estudo, realizado com voluntários com predisposição à doença, revelou que a curcumina pode, sim, evitar que a doença se desenvolva.

4. Evita o diabetes
Sim, a poderosa substância também pode prevenir o diabetes em desenvolvimento. Um estudo, feito com pré-diabéticos, incluiu o extrato de curcumina na dieta por nove meses. Um grupo realmente consumia o açafrão e o outro não. Ao final da pesquisa, nenhum dos indivíduos que recebeu as doses de curcumina desenvolveu o diabetes tipo 2.

Como usar: em pó, polvilhada na comida pronta ou dissolvida no azeite extravirgem para temperar a salada. Outra opção é bater um pedaço da raiz fresca no suco.

Quanto consumir: 1 colher de chá do extrato ou 1 pedaço pequeno da raiz fresca, 1 vez por dia.

 

Via Boa Forma

 

 

 

 

 

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O caminhão da Estácio está em Natal até amanhã. Serviços gratuitos à população.

Natal volta a receber o projeto “No Curso do seu sonho”, através do Caminhão da Estácio, que percorre todo o país oferecendo diversos serviços gratuitos à população. Depois de estar presente no bairro do Alecrim,na Indústria Têxtil Guararapes na zona norte de Natal; nesta sexta-feira (06) estará na Avenida Prudente de Morais nas imediações da Arena das Dunas e, no sábado (07,) no Assaí da BR 101.

Entre os serviços oferecidos estão orientação nutricional, exames, aferição de pressão, auxílio contábil e fiscal, assessoria jurídica, vestibular gratuito, maquiagem e aulas de zumba. Os interessados só precisam chegar onde o caminhão está estacionado para participar.

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Há uma tragédia silenciosa em nossas casas. Vale muito a pena ler o texto do psiquiatra Luís Rajos.

Recebi esse texto via whatsapp e refleti bastante sobre os índices que o médico publicou. A intenção é socializar com o maior número de pessoas a fim de promover uma consciência para que esse quadro mude.

Há uma tragédia silenciosa em nossas casas

Por: Luís Rajos Marcos
Médico Psiquiatra
Há uma tragédia silenciosa que está se desenvolvendo hoje em nossas casas e diz respeito às nossas joias mais preciosas: nossos filhos. Nossos filhos estão em um estado emocional devastador! Nos últimos 15 anos, os pesquisadores nos
deram estatísticas cada vez mais alarmantes sobre um aumento agudo e constante da doença mental da infância que agora está atingindo proporções epidêmicas:
As estatísticas:
• 1 em cada 5 crianças tem problemas de saúde mental;
• um aumento de 43% no TDAH foi observado;
• um aumento de 37% na depressão adolescente foi observado;
• um aumento de 200% na taxa de suicídio foi observado em crianças de 10 a 14 anos.
O que está acontecendo e o que estamos fazendo de errado?
As crianças de hoje estão sendo estimuladas e superdimensionadas com objetos materiais, mas são privadas dos conceitos básicos de uma infância saudável, tais como:
• pais emocionalmente disponíveis;
• limites claramente definidos;
• responsabilidades;
• nutrição equilibrada e sono adequado;
• movimento em geral, mas especialmente ao ar livre;
• jogo criativo, interação social, oportunidades de jogo não estruturadas e
espaços para o tédio.
Em contraste, nos últimos anos as crianças foram preenchidas com:
• pais digitalmente distraídos;
• pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças “governarem o mundo”
e sem quem estabeleça as regras;
• um sentido de direito, de obter tudo sem merecê-lo ou ser responsável por
obtê-lo;
• sono inadequado e nutrição desequilibrada;
• um estilo de vida sedentário;
• estimulação sem fim, armas tecnológicas, gratificação instantânea e ausência
de momentos chatos.

O que fazer?
Se queremos que nossos filhos sejam indivíduos felizes e saudáveis, temos que acordar e voltar ao básico. Ainda é possível! Muitas famílias veem melhorias imediatas após semanas de implementar as seguintes recomendações:
• Defina limites e lembre-se de que você é o capitão do navio. Seus filhos se sentirão mais seguros sabendo que você está no controle do leme.
• Oferecer às crianças um estilo de vida equilibrado, cheio do que elas PRECISAM, não apenas o que QUEREM. Não tenha medo de dizer “não” aos seus filhos se o que eles querem não é o que eles precisam.
• Fornecer alimentos nutritivos e limitar a comida lixo.
• Passe pelo menos uma hora por dia ao ar livre fazendo atividades como: ciclismo, caminhadas, pesca, observação de aves/insetos.
• Desfrute de um jantar familiar diário sem smartphones ou tecnologia para distraí-lo.
• Jogue jogos de tabuleiro como uma família ou, se as crianças são muito jovens para os jogos de tabuleiro, deixe-se guiar pelos seus interesses e permita que sejam eles que mandem no jogo.
• Envolva seus filhos em trabalhos de casa ou tarefas de acordo com sua idade (dobrar a roupa, arrumar brinquedos, dependurar roupas, colocar a mesa, alimentação do cachorro etc.).
• Implementar uma rotina de sono consistente para garantir que seu filho durma o suficiente. Os horários serão ainda mais importantes para crianças em idade escolar.
• Ensinar responsabilidade e independência. Não os proteja excessivamente contra qualquer frustração ou erro. Errar os ajudará a desenvolver a resiliência e a aprender a superar os desafios da vida.
• Não carregue a mochila dos seus filhos, não lhes leve a tarefa que esqueceram, não descasque as bananas ou descasque as laranjas se puderem fazê-lo por conta própria (4-5 anos). Em vez de dar-lhes o peixe, ensine-os a pescar.
• Ensine-os a esperar e atrasar a gratificação.
• Fornecer oportunidades para o “tédio”, uma vez que o tédio é o momento em que a criatividade desperta. Não se sinta responsável por sempre manter as crianças entretidas.
• Não use a tecnologia como uma cura para o tédio ou ofereça-a no primeiro segundo de inatividade.
• Evite usar tecnologia durante as refeições, em carros, restaurantes, shopping centers. Use esses momentos como oportunidades para socializar e treinar cérebros para saber como funcionar quando no modo “tédio”.
• Ajude-os a criar uma “garrafa de tédio” com ideias de atividade para quando estão entediadas.
• Estar emocionalmente disponível para se conectar com crianças e ensinar-lhes autorregulação e habilidades sociais.
• Desligue os telefones à noite quando as crianças têm que ir para a cama para evitar a distração digital.
• Torne-se um regulador ou treinador emocional de seus filhos. Ensine-os a reconhecer e gerenciar suas próprias frustrações e raiva.
• Ensine-os a dizer “olá”, a se revezar, a compartilhar sem se esgotar de nada, a agradecer e agradecer, reconhecer o erro e pedir desculpas (não forçar), ser um modelo de todos esses valores.
• Conecte-se emocionalmente – sorria, abrace, beije, faça cócegas, leia, dance, pule, brinque ou rasteje com elas.

Via Setor de Psicologia  Colégio CEI (Romualdo Galvão)

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II edição do Vida Mais RN começa amanhã e vai discutir os Desafios de como conquistar um Envelhecimento Ativo. Inscrições gratuitas.

É crescente o número de pessoas que aumenta sua perspectiva de vida. A longevidade já é tema de discussão e de eventos que reúne especialistas para abordar os assuntos pertinentes a como viver por muito tempo com qualidade de vida. Em Natal, acontecerá pela segunda edição, a feira Vida Mais RN, com o propósito de desmistificar a ideia de envelhecimento como aspecto limitador de uma vida com autonomia, disposição, saúde e bem-estar.
A psicóloga Silvana Vieira, idealizadora da feira, estima que mais de duas mil pessoas, a exemplo do ano passado, passem pelo evento que reunirá vários segmentos voltados para prestar serviços a esse público que só cresce a cada ano.

A Feira vai acontecer nesta 3ª e 4ª feira no Hollinday Inn do Arena das Dunas e contará com estandes com empresas de serviços e produtos voltados para esse mercado que tende a propiciar uma vida de qualidade para a pessoa idosa. Palestras, paineis, debates e oficinas com especialistas farão parte da programação com assuntos relacionados ao cotidiano das pessoas que têm mais de 50 anos.

As inscrições são gratuitas.

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Outubro Rosa do @Natal_Shopping terá caminhão do Sesc Saúde Mulher e uma programação especial.

Natal Shopping acolhe mais uma vez a campanha do outubro Rosa e recebe o caminhão do Sesc para realizar exame de mama.

A programação inicia-se já na quarta-feira, 04, com a instalação do Sesc Saúde Mulher e contará ainda com o desfile “Um toque pela autoestima”, no dia 14.
Com o Sesc Saúde Mulher, a previsão é de que, até o final de outubro, sejam realizados 1.400 exames, sendo 700 preventivos e 700 mamografias, previamente agendados pelo Sesc no mês de setembro. O caminhão itinerante ficará no Estacionamento aberto L2 do Natal Shopping, aonde receberá as pacientes.
O desfile “Um toque pela autoestima”, será realizado no sábado, 14, a partir das 16h. Durante o evento, mulheres que superaram o câncer de mama mostrarão como valorizar sua beleza e manter a autoestima elevada durante e após o tratamento.

O Natal Shopping encabeçará outras ações na segunda quinzena de outubro, que serão divulgadas em breve pelas mídias sociais do mall.

Outubro Rosa

Simbolizado pelo laço rosa, o Outubro Rosa é um movimento popular comemorado mundialmente pela conscientização do diagnóstico precoce do câncer de mama. Durante o mês de outubro, entidades e empresas do mundo inteiro organizam ações como uso de fitas ou camisas na cor rosa. Há anos o Natal Shopping apoia a campanha e, desde 2016, promove uma programação especial durante o mês de outubro em homenagem ao Outubro Rosa.

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Se garanta! Inscrições prorrogadas para aCorrida do comerciário até 24/04.


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A doença do século pode ser combatida por uma alimentação rica em folhas verdes e peixes, além de fibras.

A depressão se alastra pelo mundo sem escolher classe social, sexo ou idade. A classe médica já reconhece que uma boa nutrição fortalece e é imprescindível para os bons resultados ao tratamento.

No último Congresso da Associação Americana de Psiquiatria, houve um módulo todo dedicado a esse tópico. Durante sua exposição, o psiquiatra Drew Ramsey, professor da Universidade Colúmbia, nos Estados Unidos, chegou a apresentar uma escala de nutrientes cruciais na prevenção e no combate ao distúrbio.

Segundo ele, Ômega-3, magnésio, fibras, zinco, ferro, além das vitaminas C, B1, B9 e B12 devem ser os destaques à mesa para espantar o já chamado mal do século – a cada ano, 100 milhões de pessoas desenvolvem sintomas evidentes da doença. Resumindo, o expert apoia uma dieta rica em folhas verdes, oleaginosas e peixes. “Em alguns estudos, a comida correta diminuiu em 50% o risco de depressão”, conta Ramsey.peixes

De fato, as provas de que a cuca sofre se não prestamos a devida atenção nos alimentos estão cada vez mais fortes. De acordo com a nutricionista e mestre em neurociências Selma Dovichi, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), quando o fornecimento de nutrientes é reduzido, o sistema nervoso, esperto que só, até adota meios alternativos para manter as obrigações em dia. “Mas ele não consegue realizar todas as atividades normalmente”, nota.

Entre as tristes consequências disso estão a menor oferta de neurotransmissores e falhas na comunicação entre os neurônios. São alterações que, segundo a professora, elevam a probabilidade de enfrentar desordens mentais, como a própria depressão.

O padrão alimentar que se sobressai contra as sombras da melancolia é a célebre dieta mediterrânea, farta em pescados, nozes, cereais, grãos integrais, vegetais em geral e azeite de oliva. Ela é a estrela de uma longa investigação com cerca de 7 400 participantes, o estudo espanhol Predimed.oleaginosas

O trabalho é focado em doenças cardíacas, mas os autores também coletaram dados acerca da depressão. Ao se debruçarem especificamente sobre esse recorte, estudiosos da Sociedade Internacional para Pesquisa em Nutrição Psiquiátrica (ISNPR, na sigla em inglês) notaram um vínculo nítido entre o menu mediterrâneo e a prevenção do transtorno mental – especialmente entre diabéticos.

“Uma dieta de melhor qualidade tem sido constantemente associada a um menor risco de depressão”, atesta Felice Jacka, presidente da ISNPR e diretora do Centro de Alimentação e Humor da Universidade Deakin, na Austrália. Para ter ideia de quão palpitante está a área, a ISNPR já marcou para julho de 2017, em Washington, a capital americana, o primeiro congresso internacional para discutir a influência da alimentação nas desordens psiquiátricas. Mais uma prova de que a cabeça tem mesmo suas demandas à mesa.

O ponto forte de uma rotina alimentar equilibrada é evitar que o organismo fique sob estado de inflamação. “Nesse cenário, há a inibição do chamado fator neurotrófico, responsável por estimular a formação de novos neurônios”, explica o médico Sérgio Tamai, da Associação Brasileira de Psiquiatria. Vários experimentos indicam que irregularidades nesse processo (a neurogênese, para os íntimos) incitariam abalos depressivos.

Certos nutrientes têm afinidade especial com a massa cinzenta. O ômega-3, a gordura boa dos peixes, por exemplo, não foi citada à toa na escala do professor Ramsey. Ela é caríssima aos neurônios. Isso porque a membrana deles é formada por ácidos graxos, nome técnico das gorduras.

Se elas forem benéficas, como o festejado ômega-3, essa estrutura se torna mais fluida. “Com isso, as células nervosas se comunicam com facilidade”, esclarece a nutricionista Mariana Passadore, professora do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo. Algumas pesquisas até sugerem que, em casos graves de depressão, a suplementação dessa gordura seria bem-vinda.

“Também está claro que a deficiência de vitamina B12, encontrada em carnes, e de ácido fólico, presente em frutas e verduras, é ligada a manifestações depressivas”, informa Tamai. O psiquiatra conta que, às vezes, é preciso mesmo recorrer às cápsulas para corrigir essas falhas.

Depois, dá-lhe dieta! Mais um nutriente que merece menção é a vitamina C. No Laboratório de Neurobiologia da Depressão da Universidade Federalde Santa Catarina (UFSC), a equipe liderada pela farmacêutica Ana Lúcia Rodrigues viu que o nutriente não só otimizou a atuação de remédios antidepressivos como isoladamente teve um efeito pró-humor em animais. Em pessoas deprimidas, provavelmente as doses necessárias para isso teriam que ser maiores do que as obtidas por meio da comida. “Mas, para evitar esses sintomas, podemos focar na alimentação”, afirma Ana Lúcia.

“Sempre é vantajoso manter bons hábitos alimentares”, ressalta Gary Wenk, professor de psicologia e neurociências da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos. Para o autor do livro Your Brain on Food (“Seu cérebro sob a ação da comida”, em tradução livre), os suplementos tendem a ser inúteis em termos de prevenção.

É que o cérebro não responderia a um excesso de vitaminas, minerais e companhia. Por outro lado, Wenk reforça que a massa cinzenta se ressente com a ausência de nutrientes críticos. Os carboidratos estão na lista. Afinal, eles se transformam em glicose, que dá energia para a cachola funcionar. Dietas que restringem esse nutriente causam um estresse gigante para o organismo”, assegura Mariana. A melhor versão é aquela detectada em frutas, oleaginosas, grãos e cereais integrais.

Alimentos mais naturais e integrais calham de ser cheios de fibras, que também prestam serviço à nossa cabeça. Só que a ação não é tão direta. Ocorre que essas substâncias influenciam, lá no nosso ventre, a composição da microbiota intestinal, deixando-a com um perfil de bactérias positivo.

E já existem evidências contundentes de que povoar a flora com moradoras, digamos, bondosas, não só fortalece o sistema imunológico como favorece o bem-estar cerebral. Acha que é exagero? Pois já se realizou uma experiência em que as bactérias localizadas na microbiota de um sujeito depressivo foram transferidas para o intestino (até então estéril) de um camundongo. “O bicho passou a ficar depressivo”, conta Ana Lúcia.

O lado triste do cardápio

Tem uma situação que acaba com a felicidade dos entendidos na área. Não bastasse as pessoas deixarem a desejar no consumo de itens saudáveis para a cuca, elas ainda se empanturram de tranqueiras. “Dietas pró-inflamatórias, com alto consumo de açúcar, sal, alimentos refinados e gordura saturada, contribuem para o surgimento de sintomas depressivos”, avisa a farmacêutica da UFSC. Ou seja, encher a fruteira sempre é bacana. Mas também é preciso maneirar em algumas coisas.

Uma dieta com características inflamatórias é tão nociva que as consequências parecem ultrapassar gerações. Quem está de olho nisso é o nutricionista Cristiano Mendes da Silva, do Laboratório de Neurociência e Nutrição da UNIFESP, campus Baixada Santista.

Após oferecer uma dieta rica em gordura saturada a cobaias durante a gravidez ou a amamentação, ele percebeu que o cérebro dos filhos saiu prejudicado. “Além de atraso no desenvolvimento de certas habilidades, notamos um comportamento mais propenso à depressão”, revela o estudioso. Detalhe: ao contrário das mães, os filhotes não se entupiram de gorduras.

Felice, da ISNPR, encontrou a mesma conexão em um estudo com mais de 20 mil mulheres e suas crianças. “Os filhos daquelas que tinham uma dieta desequilibrada na gestação apresentavam mais atitudes relacionadas a desordens mentais”, descreve. “Entender isso é importante se quisermos prevenir tais doenças”, afirma. Para ela, tem mais uma história que carece de apuração urgente: o papel da comida de verdade no decorrer do tratamento da depressão.

A expectativa é alta nesse campo. Em um estudo realizado nos Estados Unidos, cientistas recrutaram gente mais velha com sintomas depressivos para testar uma nova forma de psicoterapia. “Em geral, essas pessoas têm um risco cerca de 4,5 vezes maior de enfrentar a depressão propriamente dita”, contextualiza Felice.

Acontece que os autores do trabalho decidiram comparar a tal terapia com um aconselhamento dietético – eles achavam que as visitas ao nutricionista seriam infrutíferas nessa situação. Pois a equipe ficou chocada ao descobrir que modificações à mesa foram tão eficientes quanto a psicoterapia para brecar o avançar da doença.

Agora, Felice dá um passo além. A especialista contou à SAÚDE que realizou a primeiríssima pesquisa no mundo que visa responder se a dieta beneficia pessoas já deprimidas. E os resultados surpreenderam: “Uma dieta próxima à mediterrânea foi altamente bem-sucedida em melhorar a depressão. Estamos animados com os resultados”.

Quem passa por períodos negros também deveria estar. “Seguir uma alimentação saudável certamente dará ao indivíduo recursos extras para sua recuperação”, avalia Selma. Não significa que os remédios iriam para escanteio. Mas, combinados a nutrientes especiais, talvez eles funcionem mais rápido e melhor. Em uma doença limitante como essa, qualquer luz que ajude a sair das sombras é motivo para comemorar – ainda mais se a estratégia em si for uma fonte de prazer.

Via Revista Saúde

 

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Receita ao vivo Da_Lelena no TUDO @PriscillaFreire nesta 4 feira, 13h @recordtvoficial

O Programa TUDO com Priscila Freire desta quarta-feira, 01 de março, vai exibir uma receita, ao vivo, feita pela empresária  Da_ Lelena Refeições Saudáveis. Não percam, 13h, na Record TV.IMG-20170228-WA0002

A receita é prática e todos podem fazer em casa. Mas para quem não tempo, a opção em ter alimentos já no ponto para consumo faz com que esse mercado de comida pronta, cresça e abasteça clientes exigentes que primam por uma alimentação saudável.

Seguir uma vida saudável a partir de uma boa escolha alimentar aliada à prática de exercícios físicos é um estilo de vida. Mas, para aderir a essa tendência, alguns cuidados devem ser tomados, principalmente uma consulta ao médico e/ou  à uma nutricionista.

Vários fatores podem alterar o metabolismo de cada um. O que pode ser excelente para um  indivíduo, não, necessariamente, irá beneficiar o outro. O que deve ser levado sempre em consideração, segundo a empresária de refeições saudáveis, Helena Carneiro Nigro,  é a busca do equilíbrio entre o corpo e a mente. “Ter consciência de uma alimentação saudável é aderir a um estilo de vida que garantirá uma vida plena com menos tratamentos medicamentosos, porém, a orientação médica é fundamental para o início e o acompanhamento” ressalta Helena.

Há dois anos no mercado, Da_Lelena já atende à uma clientela formada, em sua maioria, por mulheres entre 20 e 45 anos. Um grupo que tem uma rotina dinâmica, com meta em se alimentar direito, na hora certa e com a garantia de ter um sabor aproximado ao tempero de casa. Conseguir tudo isso em meio às atividades de trabalho, sem contar  com o trânsito que impede o retorno nas horas das refeições, assistência aos filhos e outros fatores, fazem  Da_Lelena uma opção prática.

O produto é bem aceito não só pelo sabor, mas também pelo formato e a logística.  São cerca de 60 combos congelados entregues semanalmente aos clientes que por sua vez são estimulados pelo cardápio postados nas redes sociais. Há também os cardápios personalizados para clientes oriundos de nutricionistas, com restrição ou quantidades a serem reformuladas.

Esse segmento cresce junto à filosofia do consumo de alimentos selecionados nos quais os funcionais fazem parte do cardápio aliados à culinária tradicional. Helena cita alguns temperos usados como gengibre, açafrão, pimenta, alecrim . Mas para a farmacêutica “Da_Lelena tudo menos é mais”, e acrescenta “O grande desafio é agradar através do paladar e alcançar o nível acertivo das calorias, além de elaborar um cardápio semanal atrativo e gostoso para os clientes alcançarem os resultados”, revela.

Farmacêutica de formação, Helena também é universitária do curso de  Nutrição pela UFRN e já fez alguns cursos de gestão para se profissionalizar e atender melhor esse mercado.

A ideia em criar a empresa surgiu naturalmente pela demanda.  Ela conta que há dois anos fez uma reeducação alimentar.  “Comecei a fazer pra mim, depois minhas primas e algumas amigas que provavam, gostavam e pediam. O resultado foi logo aparecendo, emagrecemos e estávamos super bem. Pesquisei, me aprimorei e aumentei as quantidades. O boca a boca foi muito importante no início até cair no gosto de algumas blogueiras fitness que gostaram e postavam as ‘delis’  em seus perfis” relata.

Helena se identificou com o negócio de refeições saudáveis

Helena se identificou com o negócio de refeições saudáveis

E continua “Comecei em casa, mas já tenho espaço próprio e com uma aceitação que só me deixa feliz e com a certeza que estou num negócio bom”. E acrescenta  “A paixão pela cozinha vem das bizavós, avós e mãe. Sempre a culinária fez parte da minha vida. Adoro cozinhar.” finaliza.

 

 

 

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