O mundo está ao contrário. A história vem de Monte Santo, BA, e desafia as pessoas que não acreditam em Deus.

Uma bela sugestão de pauta recebi da amiga jornalista Rosalie Arruda para compartilhar aqui no blog. Trata-se da história de Cláudio Vieira de Oliveira que nasceu com cabeça virada para trás, uma doença rara que deu motivo para que seja  reconhecido como  ‘herói’ em Monte Santo, na Bahia, sua cidade natal, após ter sido desenganado pelos médicos quando nasceu.

Em sua biografia, intitulada “O Mundo está ao Contrário”,  lançada nacionalmente  no Museu de Arte de São Paulo (Masp) em julho do ano passado,  ele conta como conseguiu vencer e superar os desafios e obstáculos  provocados pela sua deficiência.

clauido

Ele garante que vê como se tivesse a cabeça na posição normal. “Eu não enxergo nada de cabeça para baixo. Eu brinco que o mundo é que está de cabeça para baixo. Eu enxergo tudo normal. Inclusive, se alguém me dar algo pra eu ler, a pessoa vira o objeto de cabeça para baixo e eu desviro. Eu leio normal. É apenas a posição da cabeça”, garante.

Cláudio nasceu no dia 1º de abril de 1976, na casa dos pais e, desde então, só vai aos médicos para exames de rotina. “Naquela época, não se tinha recursos. Minha mãe nunca tinha feito pré-natal. Mas a gravidez foi normal e eu tenho cinco irmãos. O próprio médico afirmou que eu não sobreviveria nem por 24 horas. Ele se enganou, foi diferente e hoje tenho 38 anos. Não foi fácil, porque o caso é raro, mas minha mãe e meus irmãos sempre me trataram de forma normal. Com o passar dos anos, passei a me adaptar”.

Claudio Oliveira em 2000, quando encontrou Papa João Paulo II, no Vaticano (Foto: Arquivo pessoal)
Claudio Oliveira em 2000, quando encontrou Papa João
Paulo II, no Vaticano (Foto: Arquivo pessoal)

Ele relembra que começou a se acostumar com sua forma física, de fato, aos sete anos. Nessa época, deixou de andar de forma rastejante para transitar de joelhos, como acontece até hoje. Se o piso for desconfortável, Claudio Vieira usa uma sandália adquirida pelo Sarah Kubitschek, em Salvador.

Formado em Contabilidade, ele já celebra muitas conquistas e hoje atua em consultoria e passou a dar depoimentos em igrejas, a convite de amigos, e tomou o gosto para fazer palestras motivacionais.  Lançou nacionalmente um livro em que conta sua história de vida.

Esse exemplo de superação pode ser visto no vídeo da TV BAHIA clique aqui http://migre.me/vPieI

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A história emocionante de uma paciente de câncer que teve o Crochê como um forte aliado para sua recuperação.

agnes1A sentença de morte para quem é surpreendido com um diagnóstico de câncer é superada a partir de relatos de pessoas que ficaram boas e levam uma vida normal – até mesmo melhor – depois de curadas. O impacto é aterrorizante e muitos falam do filme da vida que vem na mente, os desejos não realizados, os projetos de vida deixados para depois.  Mas, para muitos que têm fé, condições de bancar e levar o tratamento a sério; e têm o apoio que necessita, não só assistência médica, mas da família e amigos, fazem da trajetória da cura uma descoberta para uma nova vida e são exemplos para quem acha que não tem jeito e perde a esperança.qui,io

A história a seguir é de uma amiga de Escola Doméstica que descobriu um forte aliado, um companheiro para seu tratamento e, já se prepara,  para, agora na fase de controle, empreender na área do artesanato, graças à sua coragem e resiliência.

Para a corretora de imóveis, Agnes Dieb Ubarana, 55 anos, divorciada,  mãe de Bárbara, 30, e Ari Filho, 27,  foi bem assim. Após o anúncio do médico responsável pelos exames e à perspectiva do tratamento a ser enfrentado para a retirada dos linfonodos de sua mama direita, ela pensou no desejo de lutar para ficar boa, sem pensar nos males da doença. “Isso fez uma diferença muito grande, pois sentimentos negativos não me deixaram ficar triste e nem revoltada”, conta.

Durante o tratamento, apesar de tortuoso, Agnes nunca deixou se abater pela depressão. Iniciou o ciclo da quimioterapia, depois veio a cirurgia e, por último, a radioterapia, totalizando um ano da fase mais pesada do tratamento. Todo o processo foi acompanhado pela mastologista  Ana Susy de Góis Cruz, além de uma equipe médica super empenhada na resposta positiva do seu organismo frente às sessões semanais ou mensais de medicação.  “Sou muito grata à minha irmã Adélia e aos meus filhos que não me deixaram sozinha por um segundo. O amor é o melhorremédio nesses momentos”, desabafa.

Agnes e seu filho Ari. Emoção na parceria da cabeleira raspada.

Agnes e seu filho Ari. Emoção na parceria da cabeleira raspada.

Um dos momentos mais marcantes para a maioria dos pacientes que se submetem à quimioterapia é a perda dos cabelos, mas Agnes encarou com naturalidade.  “Comigo não foi diferente, quando me disseram que iria cair, antecipei e raspei logo a minha cabeça e, para minha surpresa, meu filho raspou também a dele para me encorajar e fazer companhia”.

Mas, entre tantas fases a serem vencidas, precisava ocupar a cabeça com alguma coisa que a deixasse bem, com pensamentos positivos. Ela fazia questão de preparar sua própria alimentação, pois assim trabalhava com a cabeça e as mãos, já que não podia sair de casa devido ao tratamento.

primas

As ‘Diebs’: Yamna, Agnes, Adélia, Angela, Ana Helena e Tueta.

E nesse tempo de reclusão, envolta pelas lembranças de sua mãe, veio o crochê. “Entre meus 7 a 8 anos, ela me ensinou a brincar de fazer o trabalho manual. Contava os pontinhos e fazia as peças para orgulho e descanso dela, me entretia” relata.  Era uma forma que Dona Marili encontrava de deixar a menina quieta.  O crochê também foi disciplina na Escola Doméstica, na 5ª série, quando tinha uns 11 anos,  recorda com muito orgulho que, à época, até ensinava  às colegas o jeito simples de fazer. Hoje, apesar de a mãe estar ausente, o crochê voltou à cena, agora, protagonista de uma história de superação. “Ele foi e é meu elixir. Nas salas de espera das quimioterapias, na recepção das clínicas dos médicos, em casa, e nas reuniões semanais entre ‘As Diebs’ – um grupo formado por primas que mesmo antes da minha doença, se reunia para conversar -, o crochê é  o destaque” conta.

Nessa nostalgia reencontrou a agulha e a linha e iniciou sem pretensão, a produção das peças. Sapatinhos para bebês, blusas e panos de mesa já recebiam muitos elogios da família que a encorajava.  E foi nos preparativos para o natal e com o desejo de presentear a sobrinha  Marina, que encarou seu primeiro desafio. “Fiz três vezes uma saída de banho para acertar” relatou Agnes. ‘Ficou muito bonito e aprovado por todos e por Marina”, finalizou.  Depois, a produção cresceu e fez a artesã acreditar que um ponto é capaz de desfazer os nós que tentam povoar em nossas mentes.

Assim,  Agnes que atualmente está encerrando o ciclo de vitaminas injetáveis, irá continuar o tratamento via oral por cinco anos e também faz planos para se aperfeiçoar à técnica do crochê. Ela já enxerga a atividade como uma fonte para sua subsistência e também para suas novas amizades feitas a partir do trabalho.  Já está se profissionalizando através de um curso do Sebrae no qual deverá abrir portas para comercializar as peças. Agnes  também sentiu a necessidade de fazer seu perfil nas mídias sociais e, aos poucos, vai expondo o seu material  feito com muito amor e responsável  pela sua recuperação.

Mas, a lição que tiramos dessa história de Agnes é que não sabemos da força e da capacidade que temos frente à uma situação, estamos sempre nos descobrindo e nos reinventando a partir de uma mudança que muitas vezes atropelam a  vida em um segundo, a partir de um resultado de um exame.  E o autoconhecimento é um ponto destacado por essa amiga que, no silêncio entre  fazer um ponto de crochê construiu uma parceria que a motivou a continuar seus sonhos e a alegria de viver, fora a fé em Deus, ponto de partida para tudo em sua vida.

Contato para encomenda:

Instagram @agnesdieb

Facebook  Agnes Dieb Ubarana

Contato:  99987 9870

 

 

 

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Jornalista @freireneto é um dos condutores da Tocha Olímpica amanhã em Natal. Exemplo de superação.

A capital potiguar vai receber neste sábado (4) a Tocha Olímpica. A largada da Tocha está prevista para o início da tarde e será feita na Fortaleza dos Reis Magos. De lá, a Chama Olímpica percorre ruas e avenidas do Centro Histórico e de bairros da Zona Leste. Em seguida, reinicia o revezamento a partir do Centro de Convenções, na Via Costeira, passando por bairros como Ponta Negra e Candelária. A celebração de encerramento acontecerá na Arena das Dunas.

EmoçãoTOCHA FREIRE

Momento histórico compartilhado por 110 norte-rio-grandenses que estarão participando do revezamento. É o caso do jornalista Freire Neto que não esconde sua emoção de carregar um dos mais significativo símbolo da Olímpiada.”

Um sonho realizado e o espírito olímpico são os responsáveis pela indicação do jornalista Freire Neto, pela Nissan, para conduzir a tocha. Num relado resumido e super emocionante ele conta ao Blog, resumidamente, como foi sua trajetória de superação que começou em 2011.

Nascido em Natal, casado, 37 anos, 17 dedicados à Comunicação e ao jornalismo, ele fala que não estava realizado embora tivesse no auge de sua carreira profissional.FREIRETCM

Benção

” Produzi muitas pautas, desenvolvi muitos projetos, eventos, assessorei atletas, equipes, eventos, vivia um momento fantástico na minha carreira”, conta Freire que atualmente reside em Mossoró.  “Comandava o esporte da Band Natal, o Motores e Ação, era referência em jornalismo em quatro  estados importantes do Nordeste, mas não estava feliz e realizado. Sonhava em ser pai, mas não  conseguia conquistar essa graça. E,  para piorar, de repente, meu pai, Rômulo Freire, faleceu, aos 52 anos. Um pesadelo. Foi um período complicado, turbulento, desesperador. Sofri bastante, abandonei vários projetos, cheguei a pesar 123 kg. Obeso, depressivo, triste e sem vontade de viver. À beira de tomar remédio controlado para depressão. Mas Deus abençoou. Sandra, minha mulher, engravidou. À luz começou a reaparecer. Voltei a correr. Decidi ser o exemplo para Laurinha, e logo depois veio Davi, em 2013. Virei maratonista. Corredor amador, trabalhando honestamente e apaixonadamente com TV, comunicação em geral e seguindo em frente. Minha família ‘Dos Anjos’, minha inspiração”, relata Freire.

FREIREEFILHOS

Os hábitos mudaram a vida do jornalista que foi destaque de uma matéria no Globo link contanto sua história.

Parada

“No final de 2015, torci gravemente meu tornozelo. Passei 5 meses sem correr e me recuperando. Nunca passei tanto tempo longe da corrida. Voltei a ativa em abril e aqui estou, ansioso, feliz e disposto a continuar divulgando bons exemplos, cidadania, o espírito olímpico, a saúde e o esporte. Além de ser o espelho para meus filhos. Papai corredor, jornalista e condutor da tocha olímpica. Aproveito o espaço para agradecer a todos os meus amigos, parentes, seguidores, clientes, incentivadores, treinadores e pessoas que fazem parte de toda a minha vida, mesmo sem saber. E claro, obrigado ao meu Deus por sempre estar comigo e a Nissan pela oportunidade e pelo incentivo de sempre”, arremata o jornalista esportivo.

E finaliza com um conselho para quem está pensando em desistir. ‘Sonhe, lute, faça o bem e seja positivo, justo, honesto e humilde que servirá de um bom exemplo. Palavras são palavras, exemplos fazem exemplos prosperarem. Senta a pua!” FN.

 

 

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Superação! O milagre de Deus e a inteligência humana.

 

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Rosemary Johnson volta a compor

O exemplo dessa violonista mexeu muito comigo. Já tive uma vivência com algumas pessoas que são testemunhas de milagres de Deus e se recuperaram completamente após acidentes graves. Outras, que precisaram de uma intervenção para melhorarem seu estado físico, mas sabemos que aqui no Brasil, as políticas públicas de Saúde não beneficiam a todos,  esperam até mesmo por um transporte público adaptado ou calçadas que possam garantir o direito de ir e vir.  Imagine com essa conquista!

 

Via Super Interessante

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